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SÃO PAULO – A NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), que já é obrigatória para diversos setores, começou a ser exigida de outros segmentos a partir de abril, como para os importadores de automóveis. Já a partir de setembro deste ano, será estendida para ainda mais áreas, como os fabricantes de cosméticos.
A ideia é que, ao longo do tempo, todas as empresas, independente do seu porte ou tipo de atividade, emitam a nota fiscal de forma eletrônica.
Para se ter uma ideia das mudanças, segundo dados da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), 540 empresas já utilizam a nota fiscal eletrônica. Com a adesão de novos setores em abril, o número aumenta para 2.035.
Setores que precisam emitir nota neste ano
No mês passado, alguns setores tiveram que passar a emitir a nota fiscal eletrônica entre eles: os comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petróleo; os fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas para as bebidas; fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e lacas; e os distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes ou de bebidas alcoólicas.
Em setembro, terão de adotar a mesma medida os fabricantes de produtos de limpeza e de polimento; de alimentos para animais; de papel; fabricantes e importadores de componentes eletrônicos; de informática e de periféricos para equipamentos de informática; estabelecimentos que realizem produção de vídeo em qualquer suporte; fabricantes e atacadistas de laticínios; de pães, biscoitos e bolacha; e atacadistas de mercadoria em geral, com predominância de produtos alimentícios.