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A Neoenergia registrou lucro líquido atribuível aos controladores de R$ 900 milhões no segundo trimestre de 2026, uma queda de 45% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No acumulado do primeiro semestre, o lucro somou R$ 2,184 bilhões, recuo de 17% na comparação anual. O desempenho foi impactado principalmente pela piora do resultado financeiro, que ficou negativo em R$ 1,817 bilhão no trimestre, alta de 32% na comparação anual, refletindo o maior nível de endividamento e o ambiente de juros elevados.
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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da companhia atingiu R$ 3,554 bilhões entre abril e junho, avanço de 11% em relação ao segundo trimestre de 2025.
A margem bruta alcançou R$ 4,635 bilhões no trimestre, crescimento de 5% ante o mesmo período de 2025. Nos seis primeiros meses do ano, a receita totalizou R$ 9,643 bilhões, avanço de 3%.

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Entre os destaques operacionais, o Ebitda caixa somou R$ 2,743 bilhões no segundo trimestre, alta de 6%, enquanto a linha de IFRS 15 e operações corporativas cresceu 112%, para R$ 344 milhões. O ativo financeiro da concessão (VNR) avançou 3% no trimestre, para R$ 467 milhões.
No perfil de endividamento, a alavancagem medida pela relação dívida líquida/Ebitda ficou em 3,48 vezes ao final do trimestre, ante 3,41 vezes um ano antes.