Movimento de ajuste impulsiona dólar, após menor patamar em seis meses

Por outro lado, o risco-país renovou seu piso histórico, elevando a perspectiva de entrada de recursos

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SÃO PAULO – O dólar comercial reverteu a tendência de abertura e opera em leve alta na tarde desta sexta-feira, refletindo um movimento de ajuste após ter atingido seu menor patamar em seis meses na véspera.

Além do ajuste de posições, a expectativa em torno de uma nova intervenção do Banco Central também contribui para a alta do dólar. A autoridade monetária vem realizando leilões de compra da divisa diariamente.

Por outro lado, impedindo uma valorização mais significativa da moeda, o risco-país, principal indicador de confiança dos investidores estrangeiros na economia brasileira, renovou seu piso histórico em 182 pontos-base na última sexta-feira, elevando a perspectiva de entrada de recursos.

Dólar comercial opera em leve alta

O dólar comercial opera cotado a R$ 2,1000 na compra e R$ 2,1030

na venda, leve alta de 0,10% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,3050, representando um ágio de 9,76%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 0,94% em fevereiro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,59%.

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Dólar futuro na BM&F

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
opera cotado a R$ 2.107,
leve baixa de 0,05% em relação ao fechamento
de R$ 2.108

da última quinta-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, opera em baixa de 0,17%,
atingindo R$ 2.117 frente
à R$ 2.120 do fechamento de
quinta-feira.