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O radar corporativo desta sexta-feira (9) traz a conquista do rating AA+.br pela Moura Dubeux (MDNE3), a confirmação da posse do novo vice-presidente de Tecnologia da B3 (B3SA3) e o grupamento de ações da Enjoei (ENJU3). Também ficam no radar as prévias operacionais de MRV&Co (MRVE3), Cury (CURY3) e da própria Moura Dubeux para o terceiro trimestre de 2026.
Além disso, os investidores acompanham os números de geração de caixa, vendas e lançamentos do setor de construção civil, que seguem oferecendo sinais sobre o ritmo de atividade do mercado imobiliário.
Confira mais destaques:
B3 (B3SA3)
A B3 informou que seu Conselho de Administração registrou, em reunião extraordinária realizada em 8 de outubro, que a posse de Eduardo Oliveira Neves no cargo de vice-presidente de Tecnologia ocorrerá em 26 de outubro de 2026.
Segundo a ata, a investidura do executivo foi confirmada após o cumprimento das condições estabelecidas em deliberação anterior do colegiado, tomada em reunião realizada em 21 de julho deste ano.
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Enjoei (ENJU3)
A Enjoei informou que foi encerrado o período concedido aos acionistas para ajuste de posições acionárias em múltiplos de 10 ações, etapa preparatória para o grupamento aprovado em assembleia realizada em 8 de setembro.
Com isso, a partir desta sexta-feira (9), as ações da companhia passam a ser negociadas na proporção de 10 ações para 1 ação, entrando também em vigor a nova versão do estatuto social aprovada pelos acionistas.
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As frações remanescentes decorrentes do grupamento serão reunidas e vendidas em leilão na B3, em data ainda a ser divulgada. Os recursos líquidos obtidos com a operação serão distribuídos proporcionalmente aos respectivos acionistas após a liquidação financeira da venda.
Moura Dubeux (MDNE3)
A Moura Dubeux recebeu da Moody’s Local Brasil, pela primeira vez, o rating de emissor AA+.br, com perspectiva estável.
Segundo a agência, a avaliação reflete o sólido perfil de negócios da incorporadora, sustentado pela posição de liderança nos segmentos de médio e alto padrão do Nordeste, além da diversificação de sua operação em sete capitais da região.
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A Moody’s também destacou a resiliência do modelo de negócios da companhia, baseado principalmente em condomínios por administração, o que contribui para indicadores operacionais consistentes e níveis de rentabilidade e retorno sobre o capital investido superiores aos observados em boa parte dos concorrentes.
MRV&Co (MRVE3)
A MRV&Co divulgou sua prévia operacional do terceiro trimestre, reportando crescimento nas vendas e nos lançamentos, além de geração de caixa positiva no período.
A companhia destacou a continuidade da melhora operacional em suas principais unidades de negócio, reforçando o processo de fortalecimento financeiro e de execução dos projetos lançados ao longo do ano.
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Os números operacionais serão observados pelo mercado em busca de sinais sobre a trajetória da geração de caixa e da rentabilidade da construtora nos próximos trimestres.
Moura Dubeux (MDNE3)
Na prévia operacional do terceiro trimestre, a Moura Dubeux reportou consumo de caixa de R$ 170 milhões no período.
Apesar da saída líquida de recursos, o resultado reflete movimentos ligados ao ciclo operacional dos empreendimentos da companhia, incluindo investimentos em projetos e desembolsos associados à expansão de suas atividades.
Os investidores também acompanham os indicadores de vendas e lançamentos da incorporadora para avaliar o ritmo de crescimento dos negócios no Nordeste.
Cury (CURY3)
A Cury informou que registrou geração de caixa 9% maior no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A companhia manteve a tendência positiva observada nos últimos trimestres, sustentada pelo forte desempenho comercial de seus empreendimentos e pela disciplina financeira.
O resultado reforça a percepção positiva do mercado sobre a capacidade da construtora de combinar crescimento operacional com manutenção da rentabilidade e da geração de caixa.