Motivadas por setor financeiro, bolsas ensaiam sequência aos ganhos

Desalavancagem dos bancos parece saudável agora; alemães mais confiantes; Perdigão, Sadia e Vale prometem definição

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SÃO PAULO – Insaturada pela generosidade da véspera, a renda variável segue dando sinais favoráveis nesta terça-feira (19). Bolsas europeias sobem, assim como os futuros dos EUA, refletindo bancos e commodities em alta.

Notícias apontando desalavancagem do setor financeiro agradam os mercados. Crescem os rumores de que instituições norte-americanas devolverão cerca de US$ 45 bilhões emprestados do governo.

A agenda econômica dos EUA é tímida, enfatizando o panorama imobiliário. Às 9h30, saem o Housing Starts e o Building Permits, ambos de abril.

Confiança alemã

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A confiança do investidor alemão impressionou para o bem. O Centro ZEW de pesquisa econômica informou que seu índice de expectativas de mercado saltou de 13 em abril para 31,1 em maio. Economistas estimavam algo em torno de 20 pontos.

Queda atípica

Estatísticas referentes à segunda metade de 2008 mostram um declínio pouco usual no mercado de derivativos. Contratos em aberto ligados a ações, câmbio, commodities e taxas de juro recuaram 13,4%, para US$ 592 trilhões. Trata-se da primeira queda em dez anos de dados compilados pelo BIS (Bank for International Settlements).

No Brasil

O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) referente à segunda prévia de maio apontou inflação de 0,34%, taxa idêntica à registrada no acumulado da primeira quadrissemana.

Citando o controle de preços entre motivos, os consultores da LCA dizem: “parecem aumentar as chances de que o BC promova uma redução da Selic em 10 de junho superior àquela de 50 pontos-base que ora estimamos em nosso cenário básico”.

Aguardando confirmação

Perdigão e Sadia convocaram uma entrevista coletiva às 10h30 desta terça-feira, em São Paulo. Os presidentes dos conselhos de administração das duas empresas darão detalhes sobre a fusão, agora confirmada.

Aguardando confirmação

O presidente da Vale, Roger Agnelli, garantiu que as conversas para reajuste do minério de ferro estão perto do fim. Agnelli também destacou o controle de custos promovido ao longo deste ano.

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