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Os contratos de minidólar (WDOH25), com vencimento em março, encerraram a última sessão com avanço de 0,67%, cotados a 5.815,5 pontos. Tecnicamente, os suportes mais próximos situam-se em 5.811,5/5.797 (1), 5.785/5.775 (2) e 5.758/5.740 (3), enquanto as resistências estão em 5.834,5/5.844 (1), 5.859/5.864,5 (2) e 5.879/5.893 (3).
O ativo apresentou um movimento corretivo após sequência baixista, encerrando o dia negociado entre as médias móveis no gráfico de 15 minutos. O desafio para os compradores será romper a resistência em 5.834,5/5.844, o que poderá abrir caminho para um avanço mais consistente. No entanto, a tendência de curto prazo ainda é de baixa, e um eventual retorno ao movimento vendedor pode pressionar o ativo até 5.811,5/5.797, suporte que, se rompido, pode acelerar o movimento.
Análise do gráfico de 15 minutos
No curto prazo, o minidólar mostrou recuperação, encerrando a última sessão dentro de um movimento corretivo. A continuidade desse fluxo dependerá da superação da resistência em 5.834,5/5.844, com projeção possível para 5.859/5.864,5 e, em um cenário mais otimista, até 5.879/5.893.
Apesar da alta recente, o ativo segue em tendência de baixa no curto prazo, o que exige atenção dos principais suportes. A faixa de 5.811,5/5.797 será um ponto importante para definir a direção do mercado. Caso essa região seja perdida, a pressão vendedora pode aumentar, levando o ativo a testar 5.785/5.775, com um alvo mais longo em 5.758/5.740.
No gráfico diário, a estrutura segue baixista, negociando abaixo das médias móveis e mantendo um afastamento relevante, o que pode gerar fluxos corretivos. O próximo alvo relevante no diário está na média de 200 períodos em 5.742 pontos .

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Dólar futuro (WDOH25): Gráfico de 60 minutos
No cenário de 60 minutos, o minidólar apresentou recuperação e conseguiu se sustentar acima das médias móveis de curto prazo. No entanto, a tendência predominante ainda é de baixa, o que exige atenção ao comportamento do ativo nos próximos pregões.
A resistência mais próxima está na região de 5.834,5/5.844, que se rompida pode gerar uma intensificação do fluxo comprador, impulsionando o preço até 5.859/5.864,5. Caso o mercado sustente o movimento acima dessa região, um novo avanço pode levar o ativo a testar 5.879/5.915, onde há um importante patamar técnico que pode determinar a continuidade da recuperação.
Por outro lado, caso o fluxo comprador perca força e o ativo volte a cair, a atenção se volta para a faixa de suporte entre 5.811,5/5.797. Esse nível é crucial, pois um rompimento dessa região pode acelerar o fluxo vendedor, levando o mercado a testar os 5.785/5.775 e, em um cenário de maior realização, os 5.758/5.740.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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