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CINGAPURA, 19 Jan (Reuters) – Os contratos futuros do minério de ferro caíram para mínimas de duas semanas nesta segunda-feira, com a divulgação de uma série de dados da China evidenciando a fraqueza persistente no mercado imobiliário local, aumentando preocupações com a demanda pelo principal ingrediente da fabricação de aço.
O contrato de maio do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 2,58%, a 794 iuanes (US$114,03) a tonelada, atingindo o ponto mais baixo desde 6 de janeiro.
O minério de ferro de referência para fevereiro na Bolsa de Cingapura caía 1,54%, a US$104,7 a tonelada, nível mais fraco desde 2 de janeiro.
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Os preços das casas novas na China ampliaram a queda em dezembro, segundo dados oficiais, ressaltando as tensões persistentes no setor imobiliário apesar das repetidas promessas do governo de estabilizá-lo.
O investimento em imóveis e as vendas de imóveis por área útil, indicadores que são monitorados de perto pelos investidores em busca de pistas sobre a demanda futura de aço e minério de ferro, também registraram quedas.
Pesaram ainda sobre o sentimento do mercado a menor produção de aço bruto da China e os sinais de aumento da oferta.
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A produção de aço bruto em 2025 caiu para menos de 1 bilhão de toneladas e atingiu o menor patamar em sete anos, uma vez que a desaceleração prolongada do mercado imobiliário prejudicou a demanda, embora as exportações de aço tenham atingido níveis recordes.
(Reportagem de Ruth Chai)

