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A Meta obteve um lucro líquido de US$ 9,86 bilhões no terceiro trimestre de 2026, um aumento de 264% em relação ao mesmo período do ano passado, com o lucro ajustado por ação em US$ 3 83, abaixo da projeção dos analistas da FactSet de US$ 6,54.
A empresa afirmou que os lucros teriam sido de US$ 7,40 por ação se não fosse por uma cobrança de quase US$ 10 bilhões resultante de um acordo legal multiestadual nos EUA, decorrente dos casos de dependência de adolescentes em redes sociais.
Já a receita da dona do Facebook foi de US$ 64,60 bilhões no período, acima da expectativa dos analistas de US$ 63,34 bilhões.
“Alcançamos marcos importantes neste trimestre em direção à entrega de superinteligência pessoal para todos – incluindo o lançamento do Muse e Muse Wonder, nosso primeiro modelo de fronteira”, disse o CEO Mark Zuckerberg em um comunicado à imprensa.
As despesas de capital (capex), incluindo os pagamentos de principal relativos a arrendamentos financeiros, totalizaram US$ 34,91 bilhões no terceiro trimestre.
A Meta afirmou que desembolsará entre US$ 135 bilhões e US$ 145 bilhões em despesas de capital este ano, ante sua previsão anterior de capex de US$ 130 bilhões a US$ 145 bilhões.
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Para o trimestre atual, a Meta disse que espera vendas entre US$ 73 bilhões e US$ 76 bilhões. Antes dos resultados, os analistas estavam projetando US$ 73,65 bilhões em vendas no quarto trimestre.
A Meta também anunciou o estabelecimento de ações ordinárias Classe C, que se tornarão efetivas em janeiro e não afetarão o controle de voto do CEO Mark Zuckerberg.
Às 17h32 (de Brasília), as ações da Meta subiam 4,2% no after hours de Nova York.
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