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SÃO PAULO – Na manhã desta sexta-feira (24), as bolsas europeias buscam sua décima valorização consecutiva. Porém, sem tanta tendência, os futuros de Wall Street apontam para cima e para baixo. O dólar cai contra o euro e o barril de petróleo sobe, timidamente. Todos sintomas de uma sessão indecisa, ao menos por enquanto.
Confiança no próximo
Quase às 11h, a agenda norte-americana anuncia o Michigan Sentiment. Trata-se de uma referência com o costume de medir confiança econômica, embora tenha se dedicado mais à desconfiança durante episódios recentes. Depois de ficar abaixo dos 60 pontos, porém, voltou a subir nos últimos meses. Espera-se algo próximo dos 65 pontos em julho.
Salário-eficiência
O JP Morgan, segundo maior banco dos EUA por ativos, pretende aumentar os salários de sua unidade de investimentos. Segundo informações apuradas pela Bloomberg, a proporção entre remuneração fixa e variável tende a mudar em prol dos vencimentos certos.
A quebra de um marco
O índice Dow Jones superou a barreira de 9 mil pontos pela primeira vez desde janeiro. Inseguros com a notícia, analistas começam a questionar, mais uma vez, se existem exageros nessa guinada que rompe números redondos.
No Brasil
Publicado nesta manhã, o IPCA-15 referente a julho registrou inflação de 0,22%, abaixo do 0,38% da última apuração.
No âmbito corporativo, atenção aos resultados da Weg com base no segundo trimestre.
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Camadas políticas
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a Petrobras chama atenção mesmo fora do Brasil. A revista The Economist, por exemplo, publicou notícia sobre camadas sustentando e obstruindo a estatal.
“Conexões políticas são essenciais para a Petrobras. Apesar de ter 60% das ações negociadas, o governo federal ainda é o controlador. Seu conselho é dominado por Dilma Rousseff. Mas a política também pode causar problemas”.