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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo e de gasolina dos Estados Unidos registraram um recuo de 1,1 milhão de barris, quando comparados à apuração da última semana.
As reservas de derivados registraram um leve recuo de 0,3%, e, no mesmo sentido, o nível dos estoques de óleo para calefação, na passagem semanal, diminuiu em 2,5%. A taxa de utilização da capacidade das refinarias avançou de 88,1% para 90,5%.
Os dados foram divulgados pelo DOE (Departamento de Energia dos EUA) nesta quarta-feira (6), em seu relatório sobre a variação semanal dos estoques norte-americanos de petróleo e derivados. O documento toma como base a semana terminada no dia 1º de dezembro.
Variação entre as duas últimas semanas
| Em milhões de barris | Semana atual | Semana anterior | Diferença |
| Óleo bruto | 339.7 | 340.8 | -0,3% |
| Gasolina | 200.0 | 201.1 | -0,5% |
| Derivados | 132.4 | 132.8 | -0,3 % |
| Óleo para calefação | 57.6 | 59.1 | -2,5 % |
Comparação anual
| Em milhões de barris | Semana 01/12/2006 | Semana 01/12/2005 | Diferença |
| Óleo bruto | 339.7 | 322.4 | 5,4% |
| Gasolina | 200.0 | 205.3 | -2,6% |
| Derivados | 132.4 | 133.7 | -1,0% |
| Óleo para calefação | 57.6 | 59.6 | -3,4% |
Cotação em leve baixa em Nova York
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 64,06
nesta quarta-feira, leve alta de 0,15% em relação ao último fechamento.
Apesar do desempenho positivo
dessa sessão, o petróleo acumula baixa de 0,56% neste mês de dezembro.
Por sua vez, a variação no ano fica positiva em 8,61%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
58,98 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em janeiro de 2007, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 62,33 por barril, configurando uma baixa de 0,16% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE, o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira.
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Como os Estados Unidos são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.