Mesmo com queda do C-Bond, risco país cai e atinge menor cotação desde 1998

Ainda repercutindo decisão da Fitch, risco Brasil opera com seu menor patamar de pontos desde junho de 1998, aos 572 pontos

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SÃO PAULO – Os investidores seguem analisando a decisão da agência classificadora de risco Fitch de elevar o rating soberano brasileiro de “B” para “B+”, além do acordo firmado com FMI, e os principais títulos da dívida externa brasileira operam sem tendência definida nessa sexta-feira.

C-Bond opera em leve queda

Com isso, o título mais líquido da dívida externa brasileira, o C-Bond, opera em baixa de 0,14% na tarde desta sexta-feira, cotado a 93,75 centavos de dólar.

Por sua vez, outros títulos da dívida reestruturada brasileira, como o Par Bond e o Discount Bond, não acompanham a tendência de C-Bond. O Par Bond sobe 0,31%, cotado a 81,00 centavos de dólar,
enquanto o Discount Bond mostra desvalorização de 0,31%, cotado a 81,25 centavos de dólar.

Já dentre os principais bônus globais, o destaque fica com o Global 27, que mostra alta de 0,65%.

Risco país com menor cotação desde 1998

Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 572 pontos base, uma queda de 3 pontos base em relação ao último fechamento, atingindo assim o menor patamar desde junho de 1998.

Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Fech. Anterior Var %
C-Bond 93,75 93,88 -0,14
Par Bond 81,00 80,75 +0,31
Discount Bond 81,25 81,50 -0,31
Global 06 112,38 112,25 +0,12
Global 07 113,63 114,00 -0,32
Global 08 105,25 104,88 +0,35
Global 09 124,00 124,75 -0,60
Global 20 113,50 113,50 0,00
Global 27 96,00 95,38 +0,65
Global 40 98,25 98,25 0,00