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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo norte-americanos avançaram 6,8 milhões de barris frente à última semana. No mesmo sentido, as reservas de gasolina aumentaram 3,5 milhões de barris no período. Os estoques de derivados cresceram 900 mil barris.
As reservas de óleo para calefação avançaram em 400 mil barris, devido principalmente ao inverno mais ameno no país. A taxa de utilização da capacidade das refinarias sofreu um forte recuo na passagem semanal, passando de 91,5% para 87,9%.
Os dados foram divulgados pelo DOE (Departamento de Energia dos EUA) nesta quinta-feira (18), em seu relatório sobre a variação semanal dos estoques norte-americanos de petróleo e derivados. O documento toma como base a semana terminada no dia 12 de janeiro.
Variação entre as duas últimas semanas
| Em milhões de barris | Semana atual | Semana anterior | Diferença |
| Óleo bruto | 321.5 | 314.7 | 2.2% |
| Gasolina | 216.8 | 213.3 | 1.6% |
| Derivados | 141.9 | 141.0 | 0.6% |
| Óleo para calefação | 60.3 | 59.9 | 0.7% |
Comparação anual
| Em milhões de barris | Semana 12/1/2007 | Semana 12/1/2006 | Diferença |
| Óleo bruto | 321.5 | 323.8 | -0.7% |
| Gasolina | 216.8 | 213.2 | 1.7% |
| Derivados | 141.9 | 137.0 | 3.6% |
| Óleo para calefação | 60.3 | 57.6 | 4.7% |
Petróleo opera em queda em Londres
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 52,31
nesta quinta-feira, leve baixa de 0,15% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho negativo
dessa sessão, o petróleo acumula forte baixa de 13,02% neste mês de janeiro.
Por sua vez, a variação no ano fica negativa em 13,02%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
60,14 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em fevereiro de 2007, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 52,54 por barril, configurando uma alta de 0,57% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE, o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira.
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Como os Estados Unidos são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.