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SÃO PAULO – Mesmo com o anúncio da realização de mais um leilão de swap cambial reverso por parte do Banco Central, o dólar comercial abriu em queda, pressionado pelo ingresso de recursos externos provenientes de operações comerciais e financeiras.
A moeda norte-americana já fechou em queda por quatro sessões consecutivas e, neste sentido, os resultados do saldo da balança comercial na primeira semana de janeiro deverão revelar o forte fluxo de recursos oriundos das relações comerciais.
Quanto aos preços, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) de 07 de janeiro apontou uma inflação de 0,69%, taxa acima daquela registrada pelo indicador na última medição, que foi de 0,46%.
Cenário favorece valorização do Real
Vale lembrar que o patamar das taxas de juros internas ainda continua elevado e, com uma melhora na percepção de risco dos agentes para a economia nacional, o cenário segue favorável à captação de recursos no exterior.
As projeções do mercado para a taxa básica de juro, a Selic, ainda são de que o BC mantenha o ritmo mais cauteloso no processo de flexibilização e reduza o juro básico em 50 pontos base em janeiro, passando-o para 17,50% ao ano.
Fator que minimiza a pressão sobre a moeda estrangeira é a presença freqüente da autoridade monetária no mercado de câmbio, que realiza, nesta segunda-feira, mais um leilão de swap reverso, no qual oferece 8.800 contratos que poderão movimentar cerca de US$ 400 milhões.
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Dólar abre em queda
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,2638 na compra e R$ 2,2640
na venda, forte baixa de 0,79% em relação ao fechamento anterior.
Com a
variação desta segunda-feira, a moeda norte-americana registra queda de 2,54%
neste mês de janeiro e uma desvalorização de 2,54% desde o início do ano.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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