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Acompanhei um pregão marcado por realização de lucros no Ibovespa, que encerrou a última sessão em baixa de 0,84%, aos 183.136 pontos. O índice oscilou entre a mínima de 181.566 pontos e a máxima de 186.449 pontos, nível que ainda assim marcou nova máxima histórica intradiária. O movimento sinaliza um fluxo corretivo natural após as fortes altas recentes, sem, por ora, comprometer a tendência principal.
No gráfico diário, o Ibovespa segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a estrutura altista. No entanto, o forte afastamento dessas médias, após a recente aceleração, reforça o alerta para continuidade do movimento corretivo no curto prazo. O candle da última sessão evidencia uma disputa mais intensa entre compradores e vendedores na região de topo, o que aumenta a cautela para os próximos pregões.
Para que o índice retome o fluxo de alta, será necessária a entrada consistente de compradores, com superação da região de resistência em 185.064 pontos e, principalmente, da máxima histórica em 186.449 pontos. Acima desses níveis, os próximos alvos técnicos se projetam em 187.335 pontos, com extensão para a faixa de 189.335/190.000 pontos.
Por outro lado, a correção tende a ganhar tração caso haja perda da região de suporte em 181.566/178.852 pontos. Abaixo desse intervalo, o mercado pode buscar 177.741/175.589 pontos. O IFR (14), em 80,54, permanece em zona de sobrecompra, reforçando o viés de ajuste no curto prazo.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice fechou em movimento de baixa, passando a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que indica que o fluxo corretivo pode se estender no intradiário.
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Para retomar a alta, será fundamental superar a faixa de resistência em 183.715/185.064 pontos. Vencido esse patamar, o índice volta a mirar 186.449/186.715 pontos, com projeções mais longas em 187.700/189.300 pontos.
Já a continuidade da correção depende da perda da região de suporte em 181.719/180.532 pontos. Se confirmada, o Ibovespa pode acelerar em direção a 177.741/175.268 pontos, com alvo mais longo em 174.800/171.817 pontos.

Minicontratos
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (29/01) em queda de 1,15%, aos 184.240 pontos, movimento que caracterizou um ajuste técnico após a sequência recente de altas.
O cenário segue de correção dentro de uma tendência principal ainda altista. No gráfico de 15 minutos, o suporte imediato está em 183.690/183.365, enquanto a resistência mais próxima aparece em 184.975/185.415, níveis-chave para o intraday.
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Já no gráfico de 60 minutos, o índice perdeu as médias curtas, o que reforça a leitura de ajuste no curtíssimo prazo, sem descaracterizar o viés positivo de fundo.

Os contratos de minidólar (WDOG25), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (29/01) próximos da estabilidade, com leve baixa de 0,02%, aos 5.197 pontos.
Nesta sexta (30/01) ocorre o vencimento dos contratos (WDOG26), a partir de agora serão negociados os contratos com vencimento em março com ticker WDOH26.
O minidólar permanece em movimento de consolidação após a sequência de quedas, com o suporte em 5.187/5.174 e a resistência em 5.198,5/5.215,5 como principais referências no gráfico de 15 minutos.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo segue abaixo das médias, mantendo o fluxo principal ainda de baixa, apesar de possíveis repiques técnicos.

Acompanhei um pregão marcado por forte pressão vendedora no futuro de Bitcoin (BITF26), que encerrou a última sessão com queda expressiva de 5,55%, aos 437.840 pontos. O movimento rompeu suportes relevantes e reforçou a deterioração do cenário técnico no curto prazo.
Nesta sexta (30/01) ocorre o vencimentos dos contratos (BITF26), a partir de agora serão negociados os contratos com vencimento em fevereiro com ticker BITG26
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No gráfico diário, a leitura é claramente negativa. O contrato registrou uma forte perna de baixa, rompendo faixas importantes de suporte e evidenciando aceleração do fluxo vendedor. O preço permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que confirma a perda de sustentação técnica e mantém o viés defensivo.
O IFR (14) recuou para 29,45, entrando em zona de sobrevenda. Esse fator aumenta a probabilidade de repique técnico pontual, mas, por ora, não invalida o movimento principal, que segue sendo de baixa.
Do ponto de vista dos níveis gráficos, a região de 431.540/408.755 pontos passa a ser o suporte imediato. A perda dessa faixa tende a abrir espaço para quedas adicionais, com projeções em 385.475/364.330 pontos e, em um cenário mais estressado, alvo estendido em 331.860/316.300 pontos.
Para que haja alguma tentativa mais consistente de recuperação, o mercado precisará, inicialmente, superar as resistências em 446.550/457.400 pontos. Acima desse intervalo, o ativo pode buscar 469.235/483.140 pontos, com resistência mais distante na região de 490.050/513.360 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (30).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

