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O Ibovespa voltou a subir na última sessão e encerrou o pregão com valorização de 0,74%, aos 186.595 pontos. Durante o dia, o índice oscilou entre a mínima de 185.246 pontos e a máxima de 187.434 pontos.
Na minha leitura, o resultado mantém a estrutura técnica favorável, mas ainda não confirma a retomada de uma tendência de alta mais consistente. O índice permanece lateralizado nas últimas sessões, com a máxima do pregão próxima da primeira resistência e a mínima sustentada pouco acima do suporte imediato.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando a predominância compradora no curto prazo. Para que esse movimento ganhe força, porém, será necessária a entrada de maior volume financeiro.
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A primeira faixa relevante de resistência está entre 189.487 e 192.890 pontos. O rompimento dessa região abriria espaço para uma aproximação da máxima histórica, em 199.354 pontos.
No sentido contrário, a perda da região formada pelas médias e pelo suporte em 185.200 pontos aumentaria o risco de uma correção em direção a 178.000/176.835 pontos. Abaixo dessa faixa, os próximos suportes aparecem em 164.835 pontos e, em um cenário mais prolongado, em 161.745 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 65,55 pontos. O indicador ainda não sinaliza sobrecompra, mas já se encontra próximo dessa região, o que recomenda atenção a eventuais movimentos de realização.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa encerrou a sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, sustentando um viés positivo no curtíssimo prazo. Ainda assim, considero necessário o rompimento de 187.650 pontos para confirmar a continuidade da recuperação.
Superada essa barreira, os próximos objetivos ficam em 189.030/191.340 pontos. Acima dessa região, projeto alvos em 192.545/195.280 pontos.
Na ponta vendedora, acompanho como suporte imediato a faixa de 185.175/184.640 pontos. Um rompimento acompanhado de volume pode ampliar a pressão de baixa e levar o índice a 183.845/179.730 pontos. Em uma correção mais intensa, os alvos seguintes aparecem em 177.155/173.660 pontos.
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Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (21/09) em alta de 0,41%, aos 188.035 pontos.
Na minha leitura, o fechamento positivo mantém aberta a possibilidade de avanço do mini-índice, embora a queda registrada no fim da sessão tenha levado o contrato para baixo das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para o pregão de hoje, acompanho como referências imediatas o suporte em 187.830/187.330 pontos e a resistência em 188.255/188.520 pontos. O rompimento de uma dessas faixas poderá definir o próximo movimento de curto prazo.
No gráfico de 60 minutos, o contrato encerrou a sessão acima das médias de 9 e 21 períodos, preservando uma configuração mais favorável aos compradores. Ainda assim, a continuidade da alta dependerá da entrada de volume e da superação das resistências mais próximas.
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Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (21/09) em queda de 0,63%, aos 5.125 pontos.
O minidólar chega ao pregão desta terça-feira após uma sessão de baixa, embora tenha esboçado uma recuperação no fim do dia e encerrado acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Considero o suporte de 5.113,5/5.100 pontos a principal referência para a continuidade das vendas, enquanto a resistência de 5.127,5/5.143,5 pontos será o primeiro obstáculo para uma reação compradora.
Nos períodos mais longos, o cenário ainda inspira cautela. Tanto no gráfico diário quanto no de 60 minutos, o contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando uma configuração mais favorável aos vendedores. Uma recuperação mais consistente dependerá da entrada de volume comprador e da superação das resistências mais próximas.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão em forte alta de 5,41%, aos 443.540 pontos.
Na minha leitura do gráfico diário, o avanço reforça a continuidade do fluxo comprador, sustentado pela entrada de volume. O contrato permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando a estrutura positiva no curto prazo. O afastamento em relação às médias, porém, mostra um movimento mais esticado e recomenda cautela.
O IFR (14) está em 69,98 pontos, muito próximo da região de sobrecompra. Essa condição não confirma, isoladamente, uma reversão, mas eleva o risco de realização de lucros após a forte valorização recente.
Para uma correção mais consistente, acompanho a perda dos suportes em 434.380/421.900 pontos. Abaixo dessa faixa, o fluxo vendedor poderá levar o contrato aos 384.100/369.655 pontos e, em um movimento mais amplo, aos 351.920/325.795 pontos.
Na direção contrária, o rompimento das resistências em 457.495/472.840 pontos confirmará a manutenção da força compradora. Nesse cenário, projeto como próximos objetivos 514.500/583.200 pontos e, no horizonte mais longo, 639.460/716.795 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta terça-feira (22).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.