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Na minha leitura, o Ibovespa interrompeu a sequência recente de quedas e voltou a subir, encerrando a última sessão com alta de 0,20%, aos 196.132 pontos, após oscilar entre a mínima de 195.281 pontos e a máxima de 196.724 pontos. O movimento representa uma reação após três baixas consecutivas, embora o índice ainda permaneça abaixo da máxima histórica de 199.354 pontos, registrada na última semana.
Pelo gráfico diário, sigo observando uma estrutura positiva, com o índice negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Após o movimento corretivo recente, o preço se aproximou dessas médias, o que torna relevante monitorar a formação de um possível pullback para retomada da tendência principal de alta. Para que o mercado volte a ganhar força compradora, entendo que será importante romper essa região com volume consistente. O IFR (14) em 65,17 permanece em zona neutra, ainda sem indicar exaustão clara.
Para continuidade da recuperação, considero fundamental a superação da máxima histórica em 199.354 pontos. Acima desse nível, o Ibovespa pode buscar o patamar psicológico dos 200.000 pontos, com projeções mais longas em 203.900/205.430 pontos.
Por outro lado, um novo enfraquecimento ganharia força com a perda da região de 195.281/192.206 pontos, abrindo espaço para testes nos suportes de 189.250/185.210 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo uma tentativa de retomada compradora após três sessões de baixa. Ainda assim, o índice segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que exige confirmação adicional para melhora do cenário intradiário.
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Para manutenção da alta, será importante romper a faixa de resistência em 196.725/197.600 pontos. Se isso ocorrer, vejo espaço para avanço até 198.665/199.354 pontos, com extensão em 200.000/201.155 pontos.
Por outro lado, caso volte a perder a região de suporte em 195.281/194.230 pontos, pode haver retomada do fluxo vendedor, com alvos em 192.780/189.240 pontos e projeções mais longas na faixa de 186.280/185.210 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (20/04) com valorização de 0,39%, aos 200.430 pontos, em movimento de recuperação após as quedas recentes.
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Em resumo, observo uma tentativa de retomada do fluxo comprador, com o ativo voltando a negociar acima das médias no gráfico de 15 minutos. Para o pregão, a disputa entre o suporte em 199.885/199.175 e a resistência em 200.785/201.465 tende a definir a direção dos negócios.
No gráfico de 60 minutos, o índice segue em movimento lateral nos últimos dias, mas a recuperação recente melhora o viés de curto prazo.

O minidólar (WDOK26) encerrou a última sessão (20/04) em queda de 0,54%, aos 4.963 pontos, mantendo a trajetória baixista e reforçando a pressão vendedora no curto prazo.
Na minha leitura, o minidólar segue tecnicamente enfraquecido, renovando o movimento de baixa e ainda negociando abaixo das médias móveis nos principais tempos gráficos. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 4.960,5/4.948, enquanto a primeira resistência aparece em 4.976,5/4.988, níveis que devem guiar o fluxo imediato.
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No gráfico de 60 minutos, o cenário segue vendedor, embora a sobrevenda no diário possa abrir espaço para repiques pontuais.

Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITJ26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão em forte queda de 2,96%, aos 375.800 pontos, devolvendo parte dos ganhos recentes após uma sequência de quatro altas consecutivas. O movimento sugere realização de lucros e reacende a cautela no curto prazo.
Pelo gráfico diário, avalio que o ativo volta a fechar no negativo após a sequência positiva recente, mas ainda permanece dentro de um movimento lateral mais amplo. As médias móveis seguem sem inclinação definida, enquanto o preço continua acima das médias de 9 e 21 períodos, o que preserva parte da estrutura construtiva. O IFR (14) em 52,18 segue em zona neutra.
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Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 355.900/339.100 pontos pode intensificar a correção, abrindo espaço para quedas até 327.635/302.365, com alvo mais longo em 285.250/256.715 pontos.
Por outro lado, uma retomada compradora dependerá da superação da faixa de 398.780/412.800 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 432.485/444.435, com projeções mais longas em 462.540/486.040 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (22).

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