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O Ibovespa encerrou a última sessão em leve queda de 0,17%, aos 205.079 pontos. O índice oscilou entre a mínima de 204.268 pontos e a máxima de 207.387 pontos, permanecendo abaixo do recorde histórico de 209.713 pontos.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a tendência principal de alta. Desde a renovação da máxima histórica, entretanto, o índice passou a apresentar uma movimentação mais lateral, sem confirmar a retomada do impulso comprador.
Na minha leitura, o mercado aguarda um novo gatilho para definir a direção de curto prazo. O rompimento da máxima histórica poderá destravar uma nova etapa de valorização, enquanto a perda das médias móveis aumentaria o risco de aprofundamento da correção.
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O IFR (14) está em 68,97 pontos, próximo da região de sobrecompra. O indicador ainda não sinaliza uma reversão, mas reforça a necessidade de cautela após a forte valorização recente.
Para retomar o avanço, o índice precisará superar a máxima histórica de 209.713 pontos. Acima desse nível, projeto alvos em 215.630 pontos, 221.450 pontos e, em um movimento mais prolongado, 230.000 pontos.
Pelo lado vendedor, a perda dos 203.980 pontos poderá intensificar o fluxo corretivo, com suporte seguinte em 199.354 pontos. Abaixo dessa faixa, acompanho os 189.487 pontos e, em uma correção mais ampla, os 181.560 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, identifico maior fragilidade, com o Ibovespa encerrando a sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora ainda próximo delas. A máxima do pregão chegou a superar os 207.300 pontos, mas o índice não sustentou esse patamar até o fechamento.
Para recuperar força compradora, considero necessário firmar-se acima dos 207.300 pontos e, posteriormente, romper a máxima histórica de 209.713 pontos. Caso confirme esse movimento com entrada de volume, os próximos alvos ficam em 212.535/215.470 pontos e 219.890/222.025 pontos.
No sentido contrário, a perda dos 203.980 pontos poderá ampliar a pressão vendedora e levar o índice ao suporte de 199.354 pontos. Abaixo dessas regiões, vejo espaço para testes em 190.130/189.487 pontos, com alvos mais longos em 184.765/181.560 pontos.
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Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINZ26), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (19/10) em queda de 0,93%, aos 208.520 pontos.
Na minha leitura, o mini-índice voltou a perder força e encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos, mantendo aberto o risco de continuidade da correção. Para o pregão, acompanho como referências imediatas o suporte em 208.170/207.690 pontos e a resistência em 209.200/209.980 pontos.
No gráfico diário, a correção ainda ocorre dentro de uma estrutura predominantemente altista, já que o contrato permanece acima das principais médias móveis. No gráfico de 60 minutos, porém, o ativo negocia abaixo das médias curtas e apresenta um comportamento mais lateral nas últimas sessões, cenário que exige confirmação antes de um movimento direcional mais consistente.
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Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (19/10) em queda de 0,52%, aos 5.054 pontos.
O minidólar manteve o fluxo vendedor na última sessão, embora tenha terminado o dia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. O primeiro suporte que acompanho está em 5.043/5.033,5 pontos, enquanto a resistência imediata aparece em 5.056,5/5.061,5 pontos. A saída desse intervalo poderá indicar a direção predominante do próximo movimento.
No gráfico diário, o ativo segue corrigindo parte das altas recentes e permanece abaixo das médias curtas. Já no gráfico de 60 minutos, observo uma configuração mais pressionada, com a cotação abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, o que mantém o viés vendedor no curto prazo.

O contrato futuro de Bitcoin (BITV26), com vencimento em outubro, encerrou a última sessão próximo da estabilidade, com leve queda de 0,08%, aos 413.260 pontos.
Na minha leitura do gráfico diário, a variação marginal não altera o cenário recente de consolidação. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém a estrutura de curto prazo fragilizada, enquanto a média de 200 períodos continua funcionando como a principal defesa dos compradores.
Enquanto esse suporte for preservado, o movimento lateral poderá continuar. A perda dessa referência, porém, tende a ampliar a pressão vendedora. O IFR (14), em 46,67 pontos, permanece neutro, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
Para aprofundar o movimento de baixa, o contrato precisará romper 405.340/403.865 pontos. Abaixo dessa faixa, acompanho como próximos objetivos 388.590/373.975 pontos e, em uma correção mais extensa, 356.030/329.600 pontos.
Na direção contrária, uma retomada dependerá da recuperação das médias móveis e do rompimento de 427.500/435.740 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 462.845/478.370 pontos e, posteriormente, 520.515/590.020 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta terça-feira (20).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.