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O Ibovespa voltou a recuar e registrou a terceira baixa consecutiva, encerrando a última sessão (sexta, 17) com queda de 0,55%, aos 195.733 pontos, após oscilar entre a mínima de 195.367 pontos e a máxima de 198.665 pontos. O movimento amplia o fluxo corretivo iniciado após o índice renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos na semana passada.
Pelo gráfico diário, apesar da correção recente, sigo observando uma estrutura ainda positiva, com o índice negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Ainda assim, o cenário exige cautela: o índice permanece esticado no contexto mais amplo, com afastamento das médias e o IFR (14) em 64,52, ainda em patamar elevado, o que mantém espaço para continuidade do ajuste no curto prazo.
Para que o índice retome o movimento de alta, entendo que será necessária a superação da região de 199.354 pontos. Acima desse nível, o Ibovespa pode voltar a mirar o patamar psicológico dos 200.000 pontos, com projeções mais longas em 203.900/205.430 pontos.
Por outro lado, a continuidade da correção ganha força com a perda da faixa de 194.945/192.206 pontos, abrindo espaço para testes nos suportes de 189.250/185.210 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo manutenção da pressão vendedora, com o índice negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando enfraquecimento no curtíssimo prazo.
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Para retomada da alta, será importante romper a faixa de resistência em 196.430/197.600 pontos, o que pode abrir caminho para avanços até 198.665/199.354 pontos. Acima disso, os próximos objetivos ficam em 200.000/201.155 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento corretivo depende da perda da região de suporte em 195.365/194.230 pontos. Caso esse nível seja rompido, vejo potencial para aceleração do fluxo vendedor, com alvos em 192.780/189.240 pontos e projeções mais longas na faixa de 186.280/185.210 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (17/04) em queda de 0,55%, aos 199.650 pontos, marcando a terceira baixa consecutiva e reforçando o movimento corretivo após a sequência anterior de altas.
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Em resumo, observo um mercado ainda pressionado no curto prazo, com o índice negociando abaixo das médias no gráfico de 15 minutos e mantendo viés corretivo. Para o pregão, a reação do preço diante do suporte em 199.340/198.870 e da resistência em 199.850/200.220 tende a definir a direção imediata.
No gráfico de 60 minutos, o cenário também segue fragilizado, com o ativo abaixo das médias, embora a tendência principal ainda não tenha sido revertida.

O minidólar (WDOK26) encerrou a última sessão (17/04) em queda de 0,32%, aos 4.990 pontos, mantendo a pressão vendedora e renovando o movimento corretivo no curto prazo.
Na minha leitura, o minidólar segue dentro de uma tendência principal de baixa, embora já opere em níveis de sobrevenda que podem abrir espaço para repiques técnicos. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 4.988/4.971, enquanto a primeira resistência aparece em 4.996,5/5.004,5, faixas decisivas para o curto prazo.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo continua abaixo das médias, o que mantém o viés negativo, apesar da possibilidade de reação pontual.

Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITJ26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão com forte alta de 3,14%, aos 387.280 pontos, registrando o quarto avanço consecutivo. O movimento veio acompanhado de aumento de volume, sinalizando fortalecimento da pressão compradora no curto prazo.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo segue dentro de um movimento lateral mais amplo, porém agora negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que pode favorecer a continuidade da recuperação. O ganho recente de volume reforça esse cenário. Além disso, o IFR (14) em 60,08 permanece em zona neutra, ainda distante de níveis extremos, o que abre espaço para novas altas.
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Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 381.100/357.400 pontos pode enfraquecer o viés positivo e abrir espaço para correção até 339.100/327.635, com alvo mais longo em 302.365/285.250 pontos.
Por outro lado, a continuidade da alta dependerá da superação da faixa de 398.780/412.800 pontos; acima dela, vejo potencial para avanço até 432.485/444.435, com projeções mais longas em 462.540/486.040 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (20).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
