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O Ibovespa encerrou a última sessão em leve alta, em meio a um pregão marcado por forte volatilidade. O índice avançou 0,35%, aos 180.270 pontos, após oscilar entre a mínima em 176.295 pontos e a máxima em 181.250 pontos. Apesar da recuperação pontual, o mercado ainda segue sob influência do movimento corretivo iniciado após a máxima histórica em 192.623 pontos.
No gráfico diário, observo que o índice permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo o viés corretivo no curto prazo. A amplitude do último pregão reforça a disputa entre compradores e vendedores. Um ponto-chave segue na região de suporte em 176.295 pontos: caso o índice rompa e se firme abaixo desse nível, pode confirmar um pivô de baixa, abrindo espaço para quedas mais intensas. O IFR (14) em 43,88, em zona neutra.
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Para que o Ibovespa consiga estender a recuperação, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para superar a faixa de resistência em 182.800/185.715/189.602 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 192.623 pontos. Acima desses níveis, os alvos projetados permanecem em 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540 pontos.
Em cenário alternativo, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda da região de suporte em 176.295/171.815 pontos, o que pode levar o índice a testar 166.467/163.750 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, apesar da alta recente, o índice ainda opera dentro de um canal de baixa, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos, o que exige confirmação do movimento comprador.
Para dar continuidade à alta, o Ibovespa precisa superar a região de resistência em 181.630/182.800 pontos. Se esse rompimento se confirmar, o mercado tende a enfrentar novas resistências em 183.990/185.075 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 186.700/190.100 pontos.
Por outro lado, para que o índice retome o fluxo corretivo, será determinante a perda da faixa de suporte em 179.470/177.655 pontos. Caso esse nível seja rompido com aumento de volume, a pressão vendedora pode se intensificar, levando o Ibovespa a buscar 176.295/175.268 pontos, com objetivo mais longo na região de 171.815/168.835/166.465 pontos.
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Minicontratos
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (19/03) em alta de 0,57%, aos 181.995 pontos.
Após o fechamento positivo, o mini-índice tenta sustentar uma reação no intraday, já negociando acima das médias curtas. No gráfico de 15 minutos, acompanho como níveis imediatos o suporte em 181.520/181.170 e a resistência em 182.455/183.240, regiões que devem ditar o ritmo do pregão.
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Já no gráfico de 60 minutos, o índice voltou a operar acima das médias, sugerindo melhora do viés no curto prazo, desde que consiga romper resistências mais relevantes.

Os contratos de minidólar (WDOJ26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão (19/03) em baixa de 0,42%, aos 5.239,5 pontos.
Minha leitura é de que o minidólar segue sem direção clara no curtíssimo prazo, apesar da última sessão negativa. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 5.224/5.208,5, enquanto a primeira resistência aparece em 5.245/5.259, regiões que devem guiar o comportamento intraday.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando perda de força compradora, mas ainda dentro de uma estrutura mais lateral.
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Acompanhei mais uma sessão de pressão vendedora moderada no futuro de Bitcoin (BITH26), com vencimento em março. O contrato encerrou o último pregão em queda de 1,68%, aos 369.360 pontos, dando continuidade ao movimento corretivo após a sequência recente de altas.
No gráfico diário, observo que o contrato passou a oscilar entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando um momento de equilíbrio e indefinição no curto prazo. Após perder força compradora, o ativo entra em fase de ajuste, aguardando um gatilho mais claro para definir direção. O IFR (14) está em 46,73, em zona neutra.
Do ponto de vista estratégico, a continuidade do fluxo de baixa dependerá da perda consistente da faixa de 364.660/356.660, o que pode pressionar o contrato em direção a 335.630/324.280, com alvo mais distante em 299.270/282.335.
Por outro lado, uma retomada do movimento de alta exigirá a superação da região de resistência em 394.700/408.580; acima desse patamar, o ativo pode buscar 428.060/439.890, com projeção estendida para 457.800/468.930.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (20).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

