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O Ibovespa encerrou a última sessão em alta, retomando o movimento comprador após três pregões consecutivos de correção. O índice avançou 1,35%, aos 188.534 pontos, oscilando entre a mínima em 185.927 pontos e a máxima em 188.687 pontos. No pano de fundo, permanece como referência a máxima histórica em 190.561 pontos, nível que volta ao radar como principal gatilho de continuidade.
No gráfico diário, observo que o índice segue acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a tendência de alta e mostrando capacidade de absorver o movimento corretivo recente. O cenário segue construtivo, ainda que o mercado opera próximo de regiões mais esticadas. O IFR (14) em 69,22, em zona neutra e próximo da sobrecompra, indica espaço para continuidade, mas com atenção a possíveis ajustes técnicos.
Para que o Ibovespa siga avançando, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para superar a máxima histórica em 190.561 pontos. Acima desse patamar, os alvos projetados passam a ser 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540/200.000 pontos. Em contrapartida, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda da faixa de suporte em 185.925/183.662 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 181.390/180.088 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa fechou novamente acima das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando retomada de força no curtíssimo prazo. Para dar sequência à alta, o índice precisa superar a resistência em 188.780 pontos e, posteriormente, voltar a testar a máxima histórica em 190.561 pontos. Se esse rompimento se confirmar, os próximos alvos intradiários passam a ser 190.880/191.540 pontos, com extensão até 193.000/193.665 pontos.
Por outro lado, para que o índice retome o fluxo corretivo, será determinante a perda da faixa de suporte em 187.795/186.960 pontos. Caso esse nível seja rompido, pode haver intensificação da pressão vendedora, levando o mercado a buscar 185.000/183.470 pontos e, em cenário mais amplo, a região de 181.290/180.088 pontos.
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Minicontratos
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (19/02) em alta de 1,01%, aos 192.250 pontos, reforçando o fluxo comprador no curto prazo.
O contrato voltou a ganhar força e fechou acima das médias curtas no intraday, mantendo viés altista. No gráfico de 15 minutos, observo como referência imediata o suporte em 189.635/188.780 e a resistência em 192.565/193.100, faixas que tendem a definir o ritmo do pregão.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também encerrou acima das médias, sinalizando possibilidade de continuidade do movimento, desde que haja entrada consistente de volume.
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Os contratos de minidólar (WDOH26), com vencimento em março, encerraram a última sessão (19/02) em queda de 0,50%, aos 5.223 pontos, mantendo a pressão vendedora no curto prazo.
O contrato voltou a fechar no negativo e segue operando abaixo das médias no intraday, reforçando o viés de baixa. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.221,5/5.214,5, enquanto a primeira resistência se concentra em 5.236/5.245.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo permanece abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o cenário técnico pressionado no curtíssimo prazo.

Após sessões de maior pressão, observei um pregão de leve recuperação no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou a última sessão em alta de 0,55%, aos 350.500 pontos, sinalizando tentativa de estabilização no curtíssimo prazo.
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No gráfico diário, apesar do fechamento positivo, o ativo ainda apresenta um movimento lateral recente, inserido dentro de uma tendência predominante de baixa. O rompimento anterior da mínima em 331.120 pontos continua sendo um divisor técnico importante. O contrato segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com certo afastamento, o que mantém o viés defensivo. O IFR (14) está em 29,94, configurando zona de sobrevenda, condição que pode sustentar movimentos corretivos adicionais, mas ainda sem sinal claro de reversão estrutural.
Do ponto de vista estratégico, a retomada do fluxo vendedor passa pela perda consistente da faixa de 331.120/319.630, abrindo espaço para extensões até 294.980/278.290, com alvo mais distante em 262.365/250.445.
Por outro lado, a consolidação do movimento de alta dependerá da superação da resistência em375.500/381.660; acima dessa zona, o ativo pode buscar 402.720/421.920, com projeção estendida para 433.580/451.240.
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Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (20).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

