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Na minha leitura, o Ibovespa voltou a ceder e retomou o fluxo de baixa, encerrando a última sessão com queda de 0,61%, aos 177.283 pontos, após oscilar entre a mínima de 175.417 pontos e a máxima de 178.340 pontos. O índice segue pressionado após renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos no mês passado, mantendo o movimento corretivo em andamento.
Pelo gráfico diário, observo que o índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a fragilidade técnica no curto prazo. Além disso, o rompimento sucessivo de suportes importantes mantém o viés negativo e abre espaço para testes em patamares mais baixos. O IFR (14) em 32,72 já se aproxima da região de sobrevenda, o que pode favorecer repiques técnicos de curto prazo. Ainda assim, o fluxo predominante segue vendedor, especialmente se houver perda da região dos 175.000 pontos.
Para que o índice volte a ganhar força compradora, considero importante o retorno acima das regiões de 181.200/187.780/192.890 pontos e, posteriormente, da resistência em 196.725 pontos, com alvo mais longo no topo histórico em 199.354 pontos. Acima disso, o Ibovespa poderia voltar a mirar a região psicológica dos 200.000 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com o rompimento do importante suporte em 175.000 pontos. Caso isso aconteça, vejo potencial para aceleração das quedas, com alvos em 171.815/164.780 pontos e projeção mais longa em 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue pressionado, com o índice negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando o viés negativo no curtíssimo prazo.
Para uma recuperação técnica, será necessário superar a faixa de resistência em 178.135/179.475 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 180.935/182.870 pontos, com extensões em 185.585/187.930 pontos.
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Por outro lado, caso perca a região de suporte em 175.035 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais força, com alvos em 171.815/168.835 pontos e projeções mais longas na faixa de 166.295/163.570 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (15/05) com baixa de 0,73%, aos 179.360 pontos, em mais um pregão de pressão vendedora.
Em resumo, observo um mercado ainda pressionado pela tendência de baixa, embora o ativo tenha mostrado reação ao longo da última sessão e fechado acima das médias no gráfico de 15 minutos. Para o pregão, a disputa entre o suporte em 178.925/178.335 e a resistência em 179.425/180.120 tende a ditar o ritmo dos negócios.
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No gráfico de 60 minutos, o índice segue trabalhando próximo das médias, em um cenário de indefinição no curtíssimo prazo.

O minidólar (WDOM26) encerrou a última sessão (15/05) em forte alta de 1,35%, aos 5.074,5 pontos, retomando o fluxo comprador e reforçando o movimento de recuperação observado nos últimos pregões.
Na minha leitura, o minidólar voltou a ganhar força compradora e mantém viés positivo no curto prazo, embora ainda esteja inserido em uma estrutura maior de recuperação dentro da tendência de baixa anterior. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 5.071/5.060, enquanto a primeira resistência aparece em 5.089,5/5.101,5, regiões decisivas para continuidade do movimento.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo segue acima das médias móveis, sustentando o cenário de recuperação.

Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão em queda de 1,90%, aos 402.040 pontos, interrompendo a sequência de duas altas consecutivas e devolvendo parte da recuperação recente.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo permanece dentro de uma estrutura lateral mais ampla, com as médias móveis de 9 e 21 períodos praticamente estáveis. Apesar da pressão vendedora da última sessão, o preço ainda negocia acima dessas médias, preservando parte do viés construtivo no curto prazo. O IFR (14) em 55,96 segue em zona neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 378.980/360.059 pontos pode intensificar o fluxo vendedor, abrindo espaço para quedas até 336.570/331.465, com alvo mais longo em 305.902/288.590 pontos.
Por outro lado, a retomada do movimento de alta dependerá da superação da faixa de 410.120/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (18).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

