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O Ibovespa encerrou a última sessão em leve alta, mantendo o movimento de recuperação no curto prazo. O índice avançou 0,30%, aos 180.409 pontos, oscilando entre a mínima em 179.849 pontos e a máxima em 182.800 pontos. Ainda assim, o mercado permanece sob influência do movimento corretivo iniciado após a máxima histórica em 192.623 pontos.
No gráfico diário, observo que, apesar da alta recente, o índice ainda negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando que o fluxo corretivo continua predominante no curto prazo. Um ponto técnico relevante permanece na região de suporte em 177.321 pontos: caso o mercado rompa e se firme abaixo desse nível, pode confirmar um pivô de baixa, abrindo espaço para quedas mais amplas. O IFR (14) em 43,51, em zona neutra.
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Para que o Ibovespa consiga estender a recuperação, será necessária a entrada mais consistente de fluxo comprador para superar a faixa de resistência em 181.254/185.715/189.602 pontos e, posteriormente, voltar a testar a máxima histórica em 192.623 pontos. Acima desse patamar, os alvos projetados permanecem em 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540 pontos.
Em cenário alternativo, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda da faixa de suporte em 177.321/171.815 pontos, o que pode levar o índice a testar 166.467/163.750 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice registrou alta, mas ainda opera dentro de um canal de baixa, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a necessidade de confirmação do movimento comprador. Para dar continuidade à alta, o Ibovespa precisa superar a região de resistência em 181.630/182.800 pontos. Caso esse rompimento se confirme, o mercado tende a enfrentar novas barreiras em 183.990/185.290 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 186.700/190.100 pontos.
Por outro lado, para que o índice retome o fluxo corretivo, será determinante a perda da faixa de suporte em 179.440/177.321 pontos. Se esse nível for rompido com aumento de volume, a pressão vendedora pode se intensificar, levando o Ibovespa a buscar 176.722/175.268 pontos, com objetivo mais longo na região de 171.815/168.835/166.465 pontos.

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Minicontratos
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (17/03) praticamente estável, com leve alta de 0,07%, aos 182.240 pontos.
Após fechar próximo da estabilidade, o mini-índice segue em uma região de indefinição no curtíssimo prazo, negociando próximo das médias intraday. No gráfico de 15 minutos, acompanho como níveis imediatos o suporte em 181.705/180.805 e a resistência em 182.540/182.930, regiões que podem direcionar o comportamento do índice ao longo da sessão.
Já no gráfico de 60 minutos, o contrato permanece acima das médias curtas, o que sugere tentativa de sustentação do fluxo comprador, ainda que dependa do rompimento das resistências para ganhar força.
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Os contratos de minidólar (WDOJ26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão (17/03) em baixa de 0,72%, aos 5.214,5 pontos, mantendo o viés de pressão vendedora no curto prazo.
Minha leitura é de que o minidólar segue pressionado no curto prazo após encerrar o pregão abaixo das médias móveis intraday. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 5.208,5/5.195,5, enquanto a primeira resistência aparece em 5.229/5.241, níveis que devem orientar o comportamento do preço no intraday.
Já no gráfico de 60 minutos, o contrato passa a negociar abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, sinalizando enfraquecimento do momentum comprador e reforçando o viés corretivo no curto prazo.

Após uma sequência de valorização, acompanhei uma sessão de leve correção no futuro de Bitcoin (BITH26), com vencimento em março. O contrato encerrou o último pregão em queda de 0,23%, aos 389.620 pontos, interrompendo uma sequência de cinco altas consecutivas.
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No gráfico diário, apesar da leve baixa, o ativo segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que preserva a estrutura de recuperação no curto prazo. A correção observada pode ser interpretada como ajuste técnico após a sequência recente de altas. Ainda assim, uma eventual perda dessas médias pode reacender o fluxo vendedor. O IFR (14) está em 60,95, em zona neutra.
Do ponto de vista estratégico, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda consistente da faixa de 377.540/356.660, o que pode pressionar o contrato em direção a 335.630/324.280, com alvo mais distante em 299.270/282.335.
Por outro lado, a continuidade da recuperação exigirá a superação da resistência em 394.700/408.580; acima dessa região, o ativo pode buscar 428.060/439.890, com projeção estendida para 457.800/468.930.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (18).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

