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O Ibovespa voltou a encerrar o pregão em queda e registrou a terceira baixa consecutiva, reforçando o viés negativo que predomina desde a máxima histórica em 199.354 pontos. Na última sessão, o índice recuou 0,45%, aos 169.648 pontos, após oscilar entre a mínima de 169.121 pontos e a máxima de 170.415 pontos.
Pelo gráfico diário, sigo observando o índice negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém a tendência de baixa no curto prazo. Apesar disso, o IFR (14) em 36,11 continua próximo da região de sobrevenda, o que pode favorecer movimentos de repique comprador. No entanto, enquanto não houver retomada das médias móveis, o fluxo vendedor permanece dominante.
Para uma recuperação mais consistente, considero importante a superação das resistências em 174.200/178.340 pontos, seguida pela faixa de 181.560/187.780 pontos. Somente acima desses níveis o mercado poderá sinalizar uma melhora mais relevante da estrutura técnica.
Por outro lado, a região de 168.070 pontos segue sendo o principal suporte de curto prazo. Caso seja perdida, vejo espaço para aceleração das vendas em direção a 164.780/161.745 pontos, com projeção mais longa em 157.000 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue fragilizado. O índice encerrou a sessão abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o predomínio do fluxo vendedor no curtíssimo prazo.
Para que os compradores retomem o controle, será necessário superar a faixa de resistência em 170.950/173.775 pontos. Acima desse intervalo, os próximos objetivos passam por 174.895 pontos, com alvos em 176.030/177.160 pontos e posteriormente 178.200/179.475 pontos.
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Já pelo lado da baixa, a perda da região de 169.120/168.070 pontos poderá ampliar a pressão vendedora, abrindo espaço para testes em 166.295/163.570 pontos. Em um cenário mais negativo, os alvos passam a ser 161.745/160.055 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (16/06) em queda de 0,59%, aos 169.470 pontos, reforçando o cenário de fragilidade observado nas últimas semanas.
Vale destacar que nesta quarta-feira (17) ocorre o vencimento dos contratos WINM26. A partir de agora, o mercado passa a concentrar sua liquidez nos contratos WINQ26, com vencimento em agosto.
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Na minha leitura, o mini-índice segue inserido em uma estrutura baixista, negociando abaixo das principais médias móveis e ainda sem sinais consistentes de reversão. Para o pregão de hoje, considero decisiva a faixa de 169.075/168.390 pontos, principal suporte do gráfico de 15 minutos, enquanto a resistência imediata aparece em 169.800/170.230 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o ativo também permanece abaixo das médias de 9 e 21 períodos, cenário que mantém o controle nas mãos dos vendedores, embora a proximidade do IFR da região de sobrevenda possa favorecer movimentos corretivos.

Os contratos futuros de minidólar (WDON26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (16/06) em alta de 0,65%, aos 5.106 pontos, reforçando a recuperação observada nos últimos pregões.
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Após o fechamento positivo, o minidólar voltou a negociar acima das médias móveis de curto prazo no gráfico de 15 minutos, sinalizando melhora no fluxo comprador. Para a continuidade da recuperação, considero essencial acompanhar a resistência em 5.112/5.121 pontos. Já pelo lado da baixa, a região de 5.100/5.093,5 pontos surge como o primeiro suporte relevante.
No gráfico de 60 minutos, o cenário também melhorou, com o ativo negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. A manutenção desse comportamento pode favorecer novos testes de resistência ao longo das próximas sessões.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (16/06) com leve queda de 0,24%, aos 336.060 pontos, interrompendo parte da recuperação recente e sinalizando cautela após o forte avanço observado anteriormente.
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Pelo gráfico diário, observo que o ativo voltou a apresentar pressão vendedora, ainda que de forma moderada. Apesar disso, continuo avaliando que existe espaço para a continuidade do movimento de recuperação iniciado após as fortes quedas recentes. O preço segue negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que demonstra um cenário de indefinição no curtíssimo prazo. Já o IFR (14) em 39,42 permanece em região neutra, indicando que o mercado ainda tenta se estabilizar após a condição de sobrevenda observada anteriormente.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 328.720/307.240 pontos pode recolocar o fluxo vendedor em evidência, abrindo espaço para quedas até 289.980/260.970, com alvo mais longo em 250.560/241.630 pontos.
Por outro lado, a retomada da alta dependerá da superação da faixa de 351.480/377.620 pontos. Acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 395.465/414.095, com projeções mais longas em 439.656/481.635 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (17).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

