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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 1,06%, aos 204.324 pontos, e ampliou a correção iniciada após as altas recentes. O índice oscilou entre a mínima de 203.110 pontos e a máxima de 206.520 pontos, permanecendo abaixo do recorde histórico de 209.713 pontos.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa ainda negocia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a tendência principal de alta. Desde a renovação da máxima histórica, porém, o índice passou a apresentar um movimento mais lateral, acompanhado de realização.
O afastamento das médias diminuiu com as quedas recentes, mas o movimento anterior ainda recomenda cautela. O IFR (14) recuou para 68,68 pontos, próximo da região de sobrecompra. Na minha leitura, a correção ainda não descaracteriza a tendência positiva, embora possa ganhar força com a perda dos suportes mais próximos.
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Para retomar o avanço, o índice precisará superar a máxima histórica de 209.713 pontos. Acima desse nível, projeto alvos em 215.630 pontos, 221.450 pontos e, em um movimento mais prolongado, 230.000 pontos.
Pelo lado vendedor, embora a mínima tenha alcançado 203.110 pontos, o Ibovespa encerrou a sessão acima do suporte de 203.980 pontos. Uma perda confirmada dessa região poderá levar o índice aos 199.354 pontos. Abaixo desse patamar, acompanho os 189.487 pontos e, em uma correção mais ampla, os 181.560 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, identifico maior enfraquecimento da estrutura, com o Ibovespa encerrando a sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento mantém a pressão vendedora no curto prazo e abre espaço para a continuidade da correção.
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Para recuperar força compradora, o índice deverá retomar inicialmente os 207.300 pontos e, posteriormente, superar a máxima histórica de 209.713 pontos. Caso confirme esse rompimento com entrada de volume, os próximos alvos ficam em 212.535/215.470 pontos e 219.890/222.025 pontos.
No sentido contrário, a perda confirmada dos 203.980 pontos poderá ampliar o fluxo vendedor, com suporte seguinte em 199.354 pontos. Abaixo dessa faixa, vejo espaço para testes em 190.130/189.487 pontos, com alvos mais longos em 184.765/181.560 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINZ26), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (15/10) em queda de 0,27%, aos 208.495 pontos, mantendo o movimento corretivo após as altas recentes.
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Na minha leitura, o mini-índice permanece em correção e ainda pode ampliar as perdas no curto prazo. No gráfico de 15 minutos, o contrato terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para hoje, acompanho 207.960/207.440 pontos como primeiro suporte, enquanto 208.800/209.095 pontos representam a resistência imediata. O rompimento de uma dessas faixas poderá indicar a direção do próximo movimento.
No gráfico diário, a estrutura principal continua positiva, com o ativo acima das médias de 9, 21 e 200 períodos, apesar da realização recente. Já no gráfico de 60 minutos, o fechamento abaixo das médias de 9 e 21 períodos mantém o sinal de cautela e favorece a continuidade da correção.

Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (15/10) em alta de 1,00%, aos 5.116,5 pontos.
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O minidólar ampliou o movimento de recuperação e encerrou a sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para esta sexta-feira, considero o suporte em 5.103/5.083 pontos e a resistência em 5.116,5/5.135 pontos como as principais referências para a definição do movimento de curto prazo.
No gráfico diário, a alta aproximou o contrato do fechamento do gap deixado pela forte queda recente, mas a continuidade da reação depende da superação das resistências. No gráfico de 60 minutos, a estrutura também melhorou, embora a média móvel de 200 períodos ainda funcione como uma barreira importante para os compradores.

O contrato futuro de Bitcoin (BITV26), com vencimento em outubro, encerrou a última sessão em alta de 2,24%, aos 421.960 pontos.
Na minha leitura do gráfico diário, a reação é relevante porque ocorreu justamente na região da média móvel de 200 períodos, onde houve entrada de fluxo comprador. O movimento reduz a pressão vendedora imediata e mantém aberta a possibilidade de novas altas.
A recuperação, contudo, ainda precisa de confirmação. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, referências que precisam ser retomadas para fortalecer o movimento comprador. O IFR (14), em 51,14 pontos, está em terreno neutro, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
Para retomar o fluxo de baixa, o contrato precisará perder 405.340/405.180 pontos. Abaixo dessa faixa, acompanho como próximos objetivos 388.590/373.975 pontos e, em uma correção mais extensa, 356.030/329.600 pontos.
Na direção contrária, a continuidade da alta dependerá do rompimento de 427.500/435.740 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 462.845/478.370 pontos e, posteriormente, 520.515/590.020 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (16).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.