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Day Trade hoje (14): Ibovespa perde força; alta ainda pode continuar?

Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar

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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 1,04%, aos 206.887 pontos, em um movimento de realização após as altas recentes. O índice oscilou entre a mínima de 206.146 pontos e a máxima de 209.071 pontos, permanecendo abaixo do recorde histórico de 209.713 pontos.

No gráfico diário, observo que o Ibovespa continua acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a tendência principal de alta. O movimento, entretanto, permanece esticado e distante dessas referências, condição que pode favorecer a continuidade da correção no curto prazo.

O IFR (14) recuou para 74,91 pontos, mas ainda se encontra na região de sobrecompra. Na minha leitura, esse cenário recomenda cautela, embora ainda não represente uma reversão da estrutura positiva.

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Para recuperar o impulso comprador, o índice precisará superar a máxima histórica de 209.713 pontos. Acima desse nível, os próximos alvos projetados estão em 215.630 pontos, 221.450 pontos e, em um movimento mais prolongado, 230.000 pontos.

Pelo lado vendedor, a perda dos 203.980 pontos poderá aprofundar a correção e levar o índice ao suporte de 199.354 pontos. Abaixo dessa faixa, acompanho os 189.487 pontos e, em uma correção mais ampla, os 181.560 pontos.

Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, identifico perda de força compradora após a sequência recente de altas. O Ibovespa encerrou a sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém aberta a possibilidade de continuidade do movimento corretivo.

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Para retomar a alta, o índice terá de recuperar as médias e superar a resistência de 209.713 pontos. Caso confirme o rompimento com entrada de volume comprador, projeto alvos em 212.535/215.470 pontos e, posteriormente, em 219.890/222.025 pontos.

No sentido contrário, a perda do suporte imediato de 206.145 pontos poderá ampliar a pressão vendedora, com próximas referências em 203.980/199.354 pontos. Se essas regiões também forem rompidas, o Ibovespa poderá buscar 190.130/189.487 pontos, com alvos mais longos em 184.765/181.560 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Minicontratos

Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (13/10) em queda de 1,14%, aos 206.230 pontos, ampliando o movimento corretivo após as altas recentes. 

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Esta quarta-feira, 14 de outubro, marca o vencimento do WINV26. Com isso, a referência para as próximas sessões passa a ser o contrato com vencimento em dezembro, negociado pelo ticker WINZ26. 

Na minha leitura, o mini-índice permanece em movimento corretivo após a valorização recente. No gráfico de 15 minutos, o contrato encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo espaço para novas quedas. Para hoje, acompanho 206.075/205.580 pontos como primeiro suporte, enquanto 207.000/208.115 pontos representa a resistência imediata. O rompimento de uma dessas regiões poderá definir a direção do movimento de curto prazo.

No gráfico de 60 minutos, o ativo também terminou abaixo das médias de 9 e 21 períodos. A configuração favorece a continuidade da correção, embora uma recuperação dessas referências possa devolver força aos compradores.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (13/10) em alta de 0,63%, aos 5.044,5 pontos.

Na minha leitura, o minidólar retomou o movimento de recuperação e encerrou a sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para esta quarta-feira, considero o suporte em 5.038,5/5.026,5 pontos e a resistência em 5.047/5.052 pontos como as principais referências para a definição do movimento de curto prazo.

No gráfico diário, a alta manteve aberta a possibilidade de continuidade da recuperação, mas o avanço ainda depende do rompimento das resistências. O gráfico de 60 minutos também apresenta melhora, com o contrato acima das médias de 9 e 21 períodos e espaço para novas altas caso o fluxo comprador seja preservado.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

O contrato futuro de Bitcoin (BITV26), com vencimento em outubro, encerrou a última sessão em alta de 2,42%, aos 421.840 pontos, interrompendo uma sequência de seis quedas consecutivas. 

Na minha leitura do gráfico diário, o avanço representa uma reação após a sequência negativa, mas ainda não confirma a retomada da tendência de alta. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, enquanto a média de 200 períodos continua funcionando como suporte e sustenta, por enquanto, a tentativa de recuperação.

O IFR (14), em 51,33 pontos, está em terreno neutro, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. O indicador, portanto, não mostra um movimento esticado e deixa espaço para oscilações nas duas direções.

Para retomar o fluxo de baixa, o contrato precisará perder 406.515/405.340 pontos. Abaixo dessa região, acompanho como próximos objetivos 388.590/373.975 pontos e, em uma correção mais extensa, 356.030/329.600 pontos.

Na direção contrária, a recuperação ganhará consistência com o rompimento de 427.500/435.740 pontos. Acima dessa faixa, o fluxo comprador poderá avançar em direção a 462.845/478.370 pontos e, posteriormente, 520.515/590.020 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração Rodrigo Paz

Suporte e resistência

Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (14).

IM Points. Fonte: Nelogica.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 

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Rodrigo Paz
Mercados | Economia | Investimentos

Rodrigo Paz é economista, CFP® e analista técnico CNPI-T, com mais de 14 anos de experiência no mercado financeiro. No InfoMoney, produz análises e conteúdos sobre mercados e investimentos, com foco em Bolsa, ações, análise técnica, índices, minicontratos e criptomoedas. Ao longo da carreira, passou por instituições como Itaú, Banrisul, Modalmais e PagBank, acumulando experiência em análise de ativos e mercado de capitais.