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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 0,23%, aos 167.491 pontos, acumulando o sétimo recuo consecutivo. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 167.141 pontos e a máxima de 168.309 pontos. Na minha leitura, apesar da desaceleração das perdas em relação à sessão anterior, a sequência negativa mantém a pressão vendedora e reforça o risco de continuidade da baixa.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que mantém o cenário técnico desfavorável. Para reverter esse quadro e retomar a alta, considero necessária uma entrada consistente de força compradora, capaz de superar as médias e as resistências em 173.410/174.700/178.720 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 181.560/187.780/192.890 pontos.
Na direção contrária, acompanho o suporte imediato em 167.140 pontos. A perda desse nível poderá intensificar o fluxo vendedor e levar o índice em direção a 161.745/157.000 pontos, com um alvo mais longo em 153.570 pontos. O IFR (14) está em 33,60 pontos, ainda em região neutra, mas próximo da zona de sobrevenda — condição que pode favorecer repiques técnicos sem, necessariamente, indicar reversão da tendência.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa também encerrou abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando o viés baixista no curto prazo.
Para ensaiar uma recuperação, acompanho o rompimento da resistência em 168.310/169.610 pontos. Caso essa faixa seja superada com entrada de fluxo comprador, os próximos alvos estarão em 172.595/174.545 pontos e, posteriormente, em 179.350/180.940 pontos.
Para dar continuidade à queda, o índice precisa romper o suporte em 167.140/166.295 pontos. A perda dessa região, especialmente se acompanhada de aumento do volume vendedor, poderá acelerar o movimento em direção a 164.090/163.570 pontos, com um objetivo mais longo em 161.745/160.055 pontos.
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Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (12/08) em queda de 0,83%, aos 170.430 pontos, completando o oitavo recuo consecutivo.
O mini-índice chega ao pregão pressionado após acumular oito quedas consecutivas e encerrar a última sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. A perda do primeiro suporte em 170.225/169.920 pontos poderá intensificar o fluxo vendedor, enquanto a superação da resistência em 171.040/171.555 pontos será o primeiro passo para uma tentativa de recuperação.
No gráfico de 60 minutos, o contrato permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração mantém o cenário técnico fragilizado e os vendedores em vantagem enquanto as principais resistências não forem recuperadas.
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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (12/08) em alta de 0,59%, aos 5.214 pontos, completando o terceiro avanço consecutivo.
O minidólar mantém o fluxo positivo após registrar a terceira alta consecutiva e encerrar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para esta quinta-feira, considero o rompimento da resistência em 5.222/5.232,5 pontos necessário para prolongar a valorização, enquanto a perda do suporte em 5.197/5.180,5 pontos poderá abrir espaço para uma correção.
No gráfico de 60 minutos, o cenário permanece positivo, mas a continuidade do movimento dependerá da entrada de volume comprador e da superação das resistências mais próximas.
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Os contratos futuros de Bitcoin (BITQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão em leve queda de 0,30%, aos 330.500 pontos.
No gráfico diário, observo que o BITQ26 voltou ao campo negativo, mas permanece dentro do movimento lateral registrado nas últimas sessões. O contrato negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora ainda próximo delas, configuração que mantém o cenário indefinido e exige atenção aos próximos movimentos.
O IFR (14) está em 47,45 pontos, dentro da região neutra e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.
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Para dar continuidade ao fluxo de baixa, considero necessária a perda do suporte em 321.040/308.250 pontos. O rompimento dessa faixa poderá ampliar a pressão vendedora e abrir espaço para uma correção em direção a 297.350/267.590 pontos e, em um movimento mais prolongado, a 256.920/247.770 pontos.
No campo positivo, uma retomada mais consistente dependerá do rompimento da resistência em 346.790/360.400 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 387.205/405.500 pontos, com alvo mais longo em 424.610/450.815 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (13).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.