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Day Trade hoje (08): Ibovespa cai pelo 2º dia; correção vai continuar?

Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar

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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 0,74%, aos 204.302 pontos, e acumulou a segunda baixa consecutiva. O índice oscilou entre a mínima de 204.176 pontos e a máxima de 206.877 pontos, dando continuidade à correção iniciada após a renovação da máxima histórica em 209.605 pontos.

No gráfico diário, observo que o Ibovespa ainda negocia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a estrutura principal de alta. O afastamento dessas referências, porém, mostra que o movimento permanece esticado e pode favorecer novas realizações. O IFR (14), em 77,04 pontos, reforça esse sinal ao permanecer na região de sobrecompra.

Para retomar o movimento de alta, avalio que o índice precisará superar a máxima histórica de 209.605 pontos. O rompimento dessa resistência poderá projetar novos alvos em 215.630 pontos, 221.450 pontos e, em um movimento mais prolongado, 230.000 pontos.

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No sentido contrário, a perda da região de 204.300 pontos reforçaria o fluxo corretivo e abriria espaço para um teste dos 199.354 pontos. Abaixo desse suporte, acompanho as faixas de 189.487 pontos e 182.990 pontos como próximas referências.

Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, identifico a continuidade da correção após as fortes altas recentes. O Ibovespa passou a testar a região das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém a atenção voltada para uma possível ampliação do movimento vendedor.

Para recuperar força compradora, o índice deverá superar inicialmente a resistência de 207.045 pontos e, na sequência, a máxima histórica de 209.605 pontos. Caso confirme o rompimento, os próximos alvos ficam em 212.535 pontos, 215.470 pontos, 219.890 pontos e 222.025 pontos.

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Pelo lado vendedor, a perda dos 204.300 pontos, acompanhada de volume, poderá levar o índice aos 199.354 pontos. Se essa região também for rompida, vejo espaço para uma correção em direção a 189.487 pontos e 186.895 pontos. Em um movimento mais intenso, os alvos seguintes aparecem em 184.765 pontos e 181.560 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Minicontratos

Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (07/10) em queda de 0,84%, aos 204.500 pontos, ampliando a correção após as fortes altas recentes.

Na minha leitura, o mini-índice permanece em movimento corretivo após a forte valorização recente. No gráfico de 15 minutos, o contrato fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo espaço para uma continuidade da queda. Para hoje, acompanho 204.500/203.900 pontos como primeiro suporte, enquanto 205.140/205.355 pontos representa a resistência imediata. O rompimento de uma dessas regiões poderá indicar a direção do movimento de curto prazo.

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No gráfico de 60 minutos, também observo a manutenção da correção, com o ativo abaixo das médias de 9 e 21 períodos. A estrutura exige atenção: a perda dos suportes pode ampliar o ajuste, enquanto a recuperação das médias será necessária para devolver maior força aos compradores.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (07/10) em alta de 0,78%, aos 5.044 pontos. 

Na minha leitura, o minidólar iniciou uma correção após as quedas recentes e encerrou a sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para esta quinta-feira, considero o suporte em 5.031,5/5.008 pontos e a resistência em 5.047/5.055,5 pontos como as principais referências para a definição do movimento de curto prazo.

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No gráfico diário, a alta após a formação de um martelo reforça a possibilidade de continuidade do repique, embora ainda seja necessária confirmação acima das resistências. O gráfico de 60 minutos também mostra recuperação, com o contrato acima das médias de 9 e 21 períodos, favorecendo novas altas enquanto essa estrutura for preservada.

O contrato futuro de Bitcoin (BITV26), com vencimento em outubro, encerrou a última sessão em queda de 1,74%, aos 420.940 pontos, ampliando para quatro o número de baixas consecutivas.

Na minha leitura do gráfico diário, a sequência negativa reforça a pressão vendedora no curto prazo. O contrato passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando perda de força compradora e deixando o ativo mais exposto à continuidade da correção.

O IFR (14), em 49,82 pontos, permanece em terreno neutro, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. Dessa forma, o indicador ainda não aponta um movimento esticado que, isoladamente, favoreça uma reação técnica.

Para ampliar o fluxo de baixa, o contrato precisará perder a região de 416.500/408.325 pontos. Abaixo dessa faixa, acompanho como próximos objetivos 388.590/373.975 pontos e, em uma correção mais extensa, 356.030/329.600 pontos.

Na direção contrária, uma retomada consistente dependerá do rompimento de 427.500/435.740 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 462.845/478.370 pontos e, posteriormente, 520.515/590.020 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração Rodrigo Paz

Suporte e resistência

Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (08).

IM Points. Fonte: Nelogica.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 

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Rodrigo Paz
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