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O Ibovespa interrompeu a sequência de quedas e encerrou a última sessão com alta de 0,68%, aos 169.813 pontos, após oscilar entre a mínima de 168.406 pontos e a máxima de 170.600 pontos. O movimento representa uma reação após semanas de forte pressão vendedora, embora o índice ainda permaneça inserido em uma tendência de baixa iniciada após a máxima histórica de 199.354 pontos.
Vale lembrar que o mercado recentemente completou oito semanas consecutivas de perdas, algo inédito em sua história. Além disso, a perda da região dos 170 mil pontos reforçou a deterioração do cenário técnico, mesmo com a recuperação observada na última sessão.
Pelo gráfico diário, observo que o índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a estrutura baixista. O IFR (14) em 32,69 permanece próximo da região de sobrevenda, condição que pode favorecer a continuidade dos repiques técnicos no curto prazo. Ainda assim, enquanto não houver recuperação consistente das médias móveis, sigo enxergando predominância do fluxo vendedor.
Para que a recuperação ganhe força, considero importante a superação das resistências em 174.200/178.340 pontos, seguida pela faixa de 181.560/187.780 pontos. Apenas acima desses níveis o índice poderá melhorar sua estrutura gráfica e reduzir a pressão baixista.
Por outro lado, a retomada do movimento de baixa ganha força com a perda da região de 168.120 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo potencial para aceleração das vendas, com alvos em 164.780/161.745 pontos e projeção mais longa na região de 157.000 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo melhora no curtíssimo prazo, com o índice voltando a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, o que sugere uma tentativa de recuperação técnica após a forte sequência de quedas.
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Para continuidade da alta, será necessário superar a faixa de resistência em 170.600/171.795 pontos. Caso isso aconteça, os próximos objetivos passam a ser 174.895/176.030 pontos, com extensão para 177.160/178.200 pontos.
Já pelo lado da baixa, a perda da importante região de 168.120/166.295 pontos poderá recolocar o índice sob forte pressão vendedora, abrindo espaço para testes em 163.570/161.745 pontos, com alvo mais longo em 160.055/159.700 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (09/06) com alta de 0,45%, aos 170.060 pontos, em um movimento de recuperação após as fortes perdas recentes.
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O mini-índice segue inserido em uma tendência de baixa no curto prazo, mas a alta da última sessão reforça a possibilidade de continuidade do repique técnico iniciado após o mercado atingir condições próximas de sobrevenda. No gráfico de 15 minutos, o comportamento dos preços entre o suporte em 169.970/169.700 pontos e a resistência em 170.480/171.200 pontos deve definir a direção dos próximos movimentos.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo voltou a negociar acima das médias móveis de curto prazo, sinalizando melhora técnica, embora ainda insuficiente para alterar o viés predominante dos prazos mais amplos.

Os contratos de minidólar (WDON26) encerraram a última sessão (09/06) com queda de 0,37%, aos 5.204 pontos, interrompendo uma sequência recente de valorização.
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Após três pregões consecutivos de alta, o minidólar passou por uma realização e fechou em queda, embora ainda preserve uma estrutura técnica relativamente positiva ao permanecer acima das médias móveis no gráfico de 15 minutos. Para o curto prazo, a região de 5.195/5.181 pontos surge como primeiro suporte importante, enquanto a faixa de 5.208,5/5.221,5 pontos representa a principal resistência imediata.
No gráfico de 60 minutos, o contrato perdeu força após o rali recente e passou a oscilar entre as médias móveis. O comportamento do preço próximo aos suportes será decisivo para definir se a correção atual é apenas um ajuste pontual ou o início de um movimento mais amplo de realização.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão em queda de 3,10%, aos 321.680 pontos, retomando a pressão vendedora após a tentativa de recuperação observada anteriormente.
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Pelo gráfico diário, observo que o ativo voltou a apresentar forte pressão vendedora, reforçando a tendência de baixa predominante no curto prazo. Apesar de ainda existir espaço para movimentos de recuperação técnica, o cenário segue desfavorável para os compradores neste momento. O preço continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento relevante dessas referências, o que evidencia a força do movimento corretivo. O IFR (14) em 27,65 permanece em região de sobrevenda, condição que pode favorecer repiques pontuais, mas que, por si só, não caracteriza reversão de tendência.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 307.240/289.980 pontos pode acelerar o fluxo vendedor, abrindo espaço para quedas até 260.970/250.560, com alvo mais longo em 241.630/234.530 pontos.
Por outro lado, uma recuperação mais consistente dependerá da superação da faixa de 325.000/351.480 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 377.125/393.560, com projeções mais longas em 412.100/421.920 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (10).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

