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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 1,23%, aos 175.546 pontos, após oscilar entre a mínima de 175.514 pontos e a máxima de 177.720 pontos. Na minha leitura, o fechamento próximo da mínima, somado à terceira baixa consecutiva, evidencia o fortalecimento da pressão vendedora. O índice também rompeu as médias móveis de 9 e 21 períodos, ampliando o risco de continuidade do movimento negativo.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para reverter essa configuração e retomar o fluxo de alta, considero necessária a entrada de força compradora capaz de superar a região de 178.720/181.560 pontos. Caso confirme o rompimento, o índice poderá avançar em direção à faixa de 187.780/192.890 pontos.
Na direção contrária, a perda do suporte em 173.885 pontos reforçaria o cenário baixista e abriria espaço para uma correção até 172.215/169.665 pontos. Em um movimento vendedor mais intenso, os próximos objetivos estariam em 167.650/164.780 pontos. O IFR (14) está em 50,41, permanecendo em região neutra e sem indicar condições extremas de compra ou venda.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa também encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos e se aproxima da média de 200 períodos, que funciona como suporte imediato.
Para ensaiar uma recuperação, acompanho o rompimento da resistência em 177.650/179.350 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos estarão em 180.940/182.870 pontos e, posteriormente, em 185.585/188.165 pontos.
Por outro lado, a região de 174.800/173.885 pontos concentra os suportes mais próximos. Caso essa faixa seja perdida com aumento do volume vendedor, o fluxo de baixa poderá ganhar força e levar o índice em direção a 172.215/169.665 pontos. Em uma correção mais prolongada, o alvo seguinte estará em 167.650/166.295 pontos.
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Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (06/08) em queda de 1,39%, aos 175.825 pontos, em um pregão dominado pela pressão vendedora.
O mini-índice chega ao pregão pressionado após registrar forte queda e encerrar a última sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. A perda do primeiro suporte em 175.550/174.945 pontos poderá aprofundar o movimento vendedor, enquanto a superação da resistência em 176.100/176.550 pontos será o primeiro passo para uma tentativa de recuperação.
No gráfico de 60 minutos, o cenário também exige cautela, uma vez que o contrato terminou abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração mantém o viés técnico fragilizado e aumenta a importância da reação do ativo nas regiões mais próximas.
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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (06/08) em queda de 0,19%, aos 5.142 pontos.
O minidólar encerrou a última sessão com fluxo vendedor, apesar da reação observada ao longo do pregão, e terminou acima das médias móveis no gráfico de 15 minutos. Para esta sexta-feira, considero a perda do suporte em 5.130/5.121 pontos determinante para a continuidade da baixa, enquanto o rompimento da resistência em 5.145/5.166 pontos poderá favorecer a retomada do movimento comprador.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também negocia entre as médias, o que reforça a necessidade de rompimento das regiões mais próximas para estabelecer uma direção mais consistente.
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Os contratos futuros de Bitcoin (BITQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão em queda de 1,32%, aos 331.400 pontos.
No gráfico diário, observo que o BITQ26 voltou a cair após três altas consecutivas. Apesar do movimento negativo, o contrato permanece em uma faixa de lateralização nas últimas sessões, cenário que mantém a atenção voltada para os próximos movimentos.
O ativo negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora ainda próximo delas. O IFR (14) está em 47,59 pontos, dentro da região neutra e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.
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Para dar continuidade ao fluxo vendedor, considero necessária a perda do suporte em 321.040/308.250 pontos. O rompimento dessa região poderá ampliar a pressão baixista e abrir espaço para uma correção em direção a 297.350/267.590 pontos e, em um movimento mais prolongado, a 256.920/247.770 pontos.
No campo positivo, uma retomada mais consistente dependerá do rompimento da resistência em 346.790/360.400 pontos. Acima dessa faixa, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 387.205/405.500 pontos, com alvo mais longo em 424.610/450.815 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (07).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.