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O Ibovespa registrou a terceira baixa consecutiva, encerrando a última sessão com queda de 0,20%, aos 171.688 pontos. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 169.665 pontos e a máxima de 172.098 pontos. Apesar do fechamento negativo, destaco que o mercado iniciou o dia sob pressão mais intensa e recuperou parte das perdas ao longo da sessão, sinalizando a presença de compradores em níveis mais baixos.
Pelo gráfico diário, observo que o índice segue acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo aberta a possibilidade de retomada da recuperação. Ainda assim, o movimento corretivo iniciado após a máxima histórica de 199.354 pontos permanece em andamento e exige atenção. O IFR (14) está em 46,13, em região neutra, indicando que o mercado ainda busca uma definição de direção.
Para que o Ibovespa volte a ganhar força compradora, considero essencial o rompimento da faixa de resistência em 174.230/178.340 pontos, com objetivos posteriores em 181.560/187.780 pontos.
Em contrapartida, a perda dos suportes em 170.630/167.650 pontos poderá fortalecer novamente a pressão vendedora, abrindo espaço para testes em 164.780/161.745 pontos, com alvo mais longo em 157.000 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário continua mais frágil. O índice encerrou o pregão abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo o viés corretivo no curtíssimo prazo.
Para que ocorra uma retomada da alta, acompanho a superação da resistência em 172.710/174.230 pontos. Se houver entrada consistente de fluxo comprador acima dessa faixa, os próximos alvos passam a ser 174.895/176.030 pontos, com projeções em 177.160/178.200 pontos.
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No cenário de baixa, a perda da região de 170.535/169.665 pontos tende a acelerar o movimento vendedor. Caso isso aconteça, vejo espaço para um teste dos suportes em 167.650/166.295 pontos, com objetivos mais longos em 163.570/161.745 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (01/07) praticamente estáveis, com leve baixa de 0,04%, aos 174.530 pontos.
O mini-índice segue em uma região de definição. Apesar de ter encerrado o pregão no negativo, recuperou boa parte das perdas ao longo da sessão e manteve-se acima das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para o pregão de hoje, considero decisiva a faixa de 174.350/174.000 pontos como primeiro suporte, enquanto 174.685/175.070 pontos representa a primeira resistência relevante.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo também permanece acima das médias curtas, o que mantém aberta a possibilidade de retomada do movimento de recuperação, desde que haja entrada de volume comprador.

Os contratos de minidólar (WDOQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (01/07) com alta de 0,82%, aos 5.241,5 pontos, retomando o fluxo comprador após a pressão vendedora dos últimos pregões.
Apesar da recuperação, o contrato devolveu parte dos ganhos no fim da sessão e permaneceu abaixo das médias móveis no gráfico de 15 minutos, mostrando que ainda precisa confirmar a retomada no curtíssimo prazo. O primeiro suporte relevante está em 5.241,5/5.231,5 pontos, enquanto a primeira resistência fica em 5.252/5.262 pontos, faixa que pode definir a direção dos próximos movimentos.
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No gráfico de 60 minutos, o cenário é mais construtivo, com o ativo negociando acima das médias móveis e mantendo espaço para continuidade da recuperação caso consiga romper as resistências mais próximas.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITN26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (01/07) com forte alta de 4,31%, aos 318.400 pontos, mostrando uma reação compradora expressiva após a recente pressão vendedora.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo apresentou um movimento de recuperação consistente, sinalizando retorno da força compradora no curto prazo. Apesar disso, a estrutura principal ainda permanece baixista, já que o preço continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Na minha avaliação, uma eventual superação dessas médias poderá fortalecer o movimento de recuperação e melhorar a configuração técnica. O IFR (14) em 38,64 permanece em região neutra, indicando que o mercado já deixou a condição de sobrevenda observada nas sessões anteriores.
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Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 303.860/293.100 pontos pode recolocar a pressão vendedora em evidência, abrindo espaço para quedas até 263.780/253.250, com alvo mais longo em 244.235/237.050 pontos.
Por outro lado, para que a recuperação ganhe tração, será necessário superar a faixa de 341.190/355.260 pontos. Acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 381.680/399.720, com projeções mais longas em 418.550/444.385 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (02).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

