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O Ibovespa manteve o fluxo de baixa e registrou a quarta queda consecutiva, encerrando a última sessão com recuo de 0,73%, aos 173.787 pontos, após oscilar entre a mínima de 172.686 pontos e a máxima de 175.064 pontos. Desde que renovou sua máxima histórica em 199.354 pontos, o índice vem aprofundando o movimento corretivo e continua pressionado no curto prazo.
Pelo gráfico diário, observo que o índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando a tendência de baixa. Além disso, o rompimento de importantes regiões de suporte mantém o cenário fragilizado e favorece a continuidade do movimento vendedor. O IFR (14) em 33,25 permanece próximo da região de sobrevenda, o que pode abrir espaço para repiques técnicos. Ainda assim, o viés segue negativo enquanto o índice permanecer abaixo das médias móveis.
Para que o índice volte a ganhar força compradora, considero importante o retorno acima das regiões de 178.340/181.560 pontos, seguido das resistências em 187.780 e 192.890 pontos. Acima desses níveis, o mercado poderia voltar a mirar 196.725 pontos e, posteriormente, o topo histórico em 199.354 pontos.
Por outro lado, a continuidade da queda ganha força com a perda da região de 173.543 pontos. Caso esse suporte seja rompido de forma consistente, vejo potencial para aceleração das vendas, com alvos em 171.815/164.780 pontos e projeção mais longa em 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue bastante pressionado, com o índice negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio vendedor no curtíssimo prazo.
Para uma recuperação técnica, será necessário superar a faixa de resistência em 174.275/174.690 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 176.030/177.160 pontos, com extensões em 178.200/179.475 pontos.
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Por outro lado, caso perca a importante região de suporte em 172.686/171.815 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais força, com alvos em 168.835/166.295 pontos e projeções mais longas na faixa de 163.570/161.745 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (29/05) com queda de 0,45%, aos 174.755 pontos, registrando o quarto pregão consecutivo no vermelho.
Em resumo, sigo observando um mercado pressionado, ainda sem sinais consistentes de reversão da tendência principal. No gráfico de 15 minutos, a região de 174.655/174.195 é o primeiro suporte a ser monitorado, enquanto a faixa de 174.940/175.420 representa a primeira barreira para uma recuperação mais ampla.
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No gráfico de 60 minutos, o índice continua negociando entre as médias móveis, indicando uma disputa por direção, mas com predominância do fluxo vendedor no cenário mais amplo.

O minidólar (WDON26), contrato com vencimento em julho, encerrou a última sessão (29/05) em queda de 0,16%, aos 5.073,5 pontos, mantendo o viés corretivo de curto prazo.
Apesar da baixa, o contrato segue próximo de regiões importantes e ainda busca definir se o movimento recente será apenas uma correção ou o início de uma nova pressão vendedora. Para o pregão de hoje, acompanho de perto a faixa de suporte em 5.070/5.062 pontos e a resistência imediata em 5.077,5/5.086,5 pontos.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo segue abaixo das médias móveis, o que mantém um sinal de cautela para o curto prazo.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão em leve queda de 0,20%, aos 372.860 pontos, mantendo o viés de cautela e a pressão vendedora observada nas últimas sessões.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo segue inserido em uma estrutura lateral mais ampla. O mercado volta a se aproximar de regiões importantes de suporte, o que exige atenção para um possível aumento da volatilidade. O IFR (14) em 40,92 permanece em zona neutra.
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Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 361.800/338.200 pontos pode acelerar a pressão vendedora, abrindo espaço para quedas até 333.060/307.380, com alvo mais longo em 289.980/260.970 pontos.
Por outro lado, uma retomada mais consistente dependerá da superação da faixa de 377.620/395.465 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 412.110/439.660, com projeções mais longas em 451.810/481.635 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (01).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

