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SÃO PAULO – Em um movimento de revisão de posições após trajetória recente de alta, o dólar comercial encerrou esta terça-feira em forte queda de mais de 1%, voltando a operar abaixo dos
R$ 2,35.
A deflação de 0,06% revelada pela segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) nesta sexta-feira apontou para a desaceleração dos preços no mercado doméstico e beneficiou o real.
Por outro lado, o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor), referente à segunda quadrissemana de dezembro, apurou a mesma inflação do referencial anterior, de 0,18%.
BC continua atuando
Nesta terça-feira, a entidade realizou o décimo segundo leilão de swap cambial reverso consecutivo e vendeu 100% do total de 8.300 contratos ofertados. O volume financeiro foi de US$ 398 milhões.
Nas operações anteriores, a autoridade monetária vinha ofertando 12.500 contratos.
O Banco Central também atuou no mercado à vista nesta terça-feira. Segundo operadores de mercado, o banco teria aceitado 9 propostas, com taxa de corte de R$ 2,3490.
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Dólar recua
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,3478 na compra e R$ 2,3480
na venda, forte baixa de 1,43% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,5290, representando um ágio de 7,72%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 6,63% em dezembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 11,50%.
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Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em janeiro
encerrou o dia cotado a R$ 2.355,
forte baixa de 1,55% em relação ao fechamento
de R$ 2.392
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em fevereiro, por sua vez, fechou em forte baixa de 1,42%,
atingindo R$ 2.381 frente
à R$ 2.415 do fechamento de
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ontem.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,10% para fevereiro de 2006, alta de 0,01 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,36%, alta de 0,02 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.