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SÃO PAULO – Promovendo um movimento de ajuste, o dólar comercial opera em alta na tarde desta quinta-feira, depois de ter atingido o menor patamar desde abril de 2002, na véspera.
Além disso, à medida que a moeda norte-americana recua, aumenta a expectativa do mercado em torno de uma possível atuação do Banco Central no mercado de câmbio doméstico.
Outro fator que influencia as negociações nesta quinta-feira é a ata do Copom (Comitê de Política Monetária). No documento, a entidade sugeriu que o afrouxamento da política monetária deve continuar em suas próximas reuniões. A diminuição do diferencial de juros externos e internos tende a impulsionar o dólar, dado que a atratividade dos ativos em reais fica menor.
Dólar em alta
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,2860 na compra e R$ 2,2870
na venda, alta de 0,53% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,5470, representando um ágio de 11,42%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 3,01% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 13,80%.
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Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
opera cotado a R$ 2.293,
alta de 0,35% em relação ao fechamento
de R$ 2.285
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, opera em forte alta de 0,78%,
atingindo R$ 2.330 frente
à R$ 2.312 do fechamento de
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ontem.