Mercado brasileiro volta do feriado com nova Selic e alta dos ADRs na véspera

Bolsas dos EUA quebram recordes; ativos brasileiros disparam em Nova York; China revela sinais de recuperação

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SÃO PAULO – O último pregão da semana, marcado pela volta do feriado de Corpus Christi, promete ser marcado por indecisão, entre o recuo dos mercados futuros norte-americanos e os ganhos auferidos pelos ADRs brasileiros na quinta-feira (11).

O mercado doméstico também retomará suas atividades interpretando a decisão do Copom, ainda na quarta-feira à noite, quando reduziu a taxa Selic em 1 ponto percentual, para 9,25% ao ano.

Os dados das vendas ao mercado de varejo norte-americano em maio e o número menor do que o esperado dos pedidos de auxílio-desemprego na última semana rendeu recordes mensais aos índices Dow Jones e S&P 500 na quinta-feira, incitando uma realização de lucros por parte dos investidores neste pregão.

Do outro lado, está o desempenho dos ADRs brasileiros, que, acompanhando a alta dos principais índices de Wall Street, encerraram com valorização expressiva em Nova York na quinta-feira. Os ativos de Petrobras e Vale fecharam o dia com valorização superior a 4%.

Fusão firmada

A gestora de investimentos norte-americana BlackRock acertou nesta sexta-feira a compra da BGI (Barclays Global Investors), unidade de administração de recursos do banco britânico Barclays, por US$ 13,5 bilhões.

Produção industrial mundial

A produção industrial da Zona do Euro registrou nova queda de 21,6% durante o mês de abril, a maior queda já apurada e bem pior do que o esperado. Já no Japão, a produção industrial subiu 5,9% no período.

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Indicadores chineses

O volume de novos empréstimos na China mais do que dobrou durante o mês de maio, como também cresceu o nível da produção industrial e as vendas do varejo.

Indicadores norte-americanos

Às 9h30, horário de Brasília, serão divulgados os preços de importação e exportação praticados em maio. Já às 10h55, sai a confiança do consumidor medida pela Universidade de Michigan, com perspectivas positivas por parte dos analistas.