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SÃO PAULO – Dando continuidade ao registrado na abertura, o dólar comercial mantém sua trajetória de valorização nesta quinta-feira (18), mesmo com a Bovespa voltando a operar com sinal positivo.
O clima segue mais ameno no mercado financeiro, após o anúncio de que autoridades monetárias como BoJ (Banco do Japão), BoE (Bank of England) e BCE (Banco Central Europeu) irão injetar até US$ 180 milhões para aliviar a falta de liquidez no sistema interbancário mundial.
O acordo é feito em parceria com o Fed e parece ter sido bem recebido pelos investidores, com boa parte das bolsas registrando ganhos no começo do dia. O setor corporativo também chama atenção com uma possível fusão do Morgan Stanley com o Wachovia.
Indicadores
Nos EUA, o Leading Indicators foi motivo de certo desconforto ao apontar recuo um pouco maior do que o esperado pelo mercado. O índice, que compila uma série de outros indicadores norte-americanos, revelou variação negativa de 0,5% em agosto, sendo aguardado recuo de 0,2%.
Por aqui, os destaques são a divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) e do IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor), que marcaram alta nos preços de 0,04% e 0,52%, respectivamente, na segunda prévia de setembro. Ambos revelaram leve aceleração da inflação.
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Commodities
Boa parte das matérias-primas operava há pouco em alta, com destaque para o petróleo, que recuou o ritmo de avanço. Em Londres, o insumo inverteu o sinal positivo trazido logo cedo e registrava queda próxima a 0,20%.
Confira as cotações
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,8820 na compra e R$ 1,8840 na venda, forte alta de 0,91% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,0000 na venda, representando um ágio de 6,27% em relação ao dólar comercial.