Marisa qualifica como “equivocadas” constatações de irregularidades em oficina

Segundo comunicado, a oficina alvo de fiscalização dos auditores é quinto elo da cadeia produtiva e não era ligada à empresa

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SÃO PAULO – A Marisa (MARI3) afirmou nesta quinta-feira (18) que as constatações de irregularidades em oficina que presta serviços à empresa estão “equivocadas”, já que o alvo de fiscalização dos auditores do Ministério do Trabalho é o quinto elo de sua cadeia produtiva e “não estava, de modo algum, ligada à Marisa”.

As informações foram veiculadas em reportagem do jornal Folha de S.Paulo. Segundo a matéria, no entender do Ministério do Trabalho, a empresa tem responsabilidade, baseando-se em provas que mostram que a companhia tem controle de todos os processos da cadeia produtiva. 

A situação dos trabalhadores encontrados na oficina foi classificada como análoga à escravidão e a Marisa foi autuada em R$ 633,67 mil, dos quais parte é referente a despesas trabalhistas com os 18 funcionários encontrados no local.  

Por seu lado, a Marisa afirmou que repudia qualquer prática de trabalho irregular e que já descredenciou o fornecedor. Além disso, a empresa declara que vem auditando os fornecedores credenciados “através de empresa independente e de renome internacional” para coibir irregularidades, declarou o comunicado. 

Com isso, as ações da companhia apresentam recuo de 1,3% na sessão.