Marfrig dispara com recomendação e CSN segue “rali da recompra”; veja mais

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta terça-feira

Lupatech (Foto: Divulgação)
Lupatech (Foto: Divulgação)

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11h31: Marfrig (MRFG3, R$ 6,28, +4,67%)
As ações da Marfrig disparam 5% e atingem o maior patamar desde setembro de 2013, após terem a recomendação e o preço-alvo elevados pela equipe do Bank of America Merrill Lynch. De fevereiro pra cá, os papéis MRFG3 já subiram 81%.

O banco elevou a recomendação de “neutro” para “compra”, citando os preços mais baixos de grãos e o recente recuo no custo da dívida da empresa de alimentos, enquanto o preço-alvo da ação da companhia passou para R$ 8, ante R$ 5,50.

11h06: CSN (CSNA3, R$ 11,41, +3,07%)
A CSN volta a figurar entre as maiores altas do Ibovespa e suas ações já acumulam ganhos de mais de 20% em julho, impulsionado pelo agressivo programa de recompra da companhia. Assim como nos outros pregões do mês, a corretora do Itaú liderava com folga as compras das ações da siderúrgica – a instituição foi uma das escolhidas para intermediar o programa de recompra da CSN.

Conforme publicado pelo InfoMoney nesta terça-feira, a corretora do Itaú liderou isoladamente as compras de CSNA3 nos 9 pregões do mês, acumulando um saldo de posição – diferença entre a quantidade de ações compradas e vendidas – de 14,55 milhões de ações, enquanto a segunda colocada Credit Suisse tem saldo negativo de 2,55 milhões de ações. 

Vale destacar que o programa de recompra da companhia tem prazo para terminar e limite de compras, o que indica que mesmo que as ações continuem subindo, uma pressão vendedora pode pesar para a empresa nos próximos meses, já que analistas estão bem desanimados com a empresa. O atual programa da companhia prevê a aquisição de até 3% do total de ativos em circulação, ou 26.781.661 papéis, até o próximo dia 25 de julho.

10h39: Cetip (CTIP3, R$ 31,54, -1,53%)
Um dia após baterem seu maior patamar da história na Bovespa, as ações da Cetip reagem negativamente aos dados operacionais de junho divulgados nesta terça-feira e estão entre as maiores quedas do Ibovespa.

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Segundo a XP Investimentos, os dados demonstram a dinâmica desfavorável em termos de número de feriados, ausência de divergência de opinião na curva de juros/contratos futuros e depressão no mercado de venda/financiamentos de veículos novos/usados (SNG & Sircof). Para os analistas, é esperado uma realização dos lucros por parte dos investidores, devido a performance relevante ao longo do ano. Isto quer dizer, os papéis tendem a cair neste pregão.

10h21: Fleury (FLRY3, R$ 16,79, +4,94%) 
As ações da Fleury sobem forte hoje em meio à expectativa que a gestora de recursos Gávea Investimentos conclua a compra de participação dos médicos acionistas do laboratório. Segundo o Valor, os médicos acionistas do Fleury e o Gávea já chegaram a um acordo de preço para a venda da participação. Os médicos, agrupados na Core, teriam aceitado, em reunião realizada no mês passado, vender sua fatia na empresa ao valor de R$ 18,50 por ação. Por conta do valor estabelecido, é natural que as ações busquem o valor da compra e subam até aquele patamar. Ontem, os papéis fecharam a R$ 16. 

10h14: Embraer (EMBR3, R$ 22,33, +1,18%)
As ações da Embraer seguem para sua quarta alta consecutiva depois de ter anunciado mais contratos de pedidos firmes nesta manhã. A Azul Linhas Aéreas assinou uma carta de intenções com a Embraer por um pedido firme de 30 aviões no modelo 195 da segunda geração que está sendo desenvolvido pela brasileira. O pedido para a Embraer também inclui a opção por outros 20 jatos. O valor do acordo pode chegar a R$ 3,1 bilhões a preços de lista, caso todos as encomendas forem convertidas em pedidos firme.

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Ainda hoje, a empresa assinou contrato com mais duas empresas. A japonesa Fuji Dream Airlines para pedido firme por 3 E175, com opções para mais 3 aviões do mesmo modelo. Segundo a Embraer, o pedido pode chegar a US$ 258,6 milhões a preços de lista.  

Também foi anunciado o pedido firme para 2 jatos E190 com a Azerbaijan Airlines, podendo atingir o valor de US$ 95,4 milhões a preços de lista. Os últimos dois pedidos já estavam incluídos na carteira do segundo trimestre da Embraer.

10h09: Lupatech (LUPA3, R$ 0,68, +15,25)
As ações da Lupatech disparam nesta manhã depois que a empresa fechou um acordo com seus dois maiores credores financeiros, estabelecendo os termos e condições relativos à capitalização dos créditos detidos pelos bancos no âmbito do aumento do capital social da empresa, que será feito dentro de sua reestruturação, segundo comunicado divulgado na noite de segunda-feira. 

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A empresa também publicou uma ata de reunião do Conselho, na qual informa ter aprovado um acordo de investimento com o Itaú Unibanco e o Banco Votorantim, com as instituições manifestando a intenção de conversão de seus créditos, sujeita ao atendimento de determinadas condições a serem atendidas até a data de homologação do aumento de capital.