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SÃO PAULO – Esta terça-feira (6) é favorável às bolsas europeias e aos futuros de Wall Street. Commodities sobem, enquanto o dólar cai frente às principais moedas internacionais. A agenda dos EUA está vazia.
O Banco Central da Austrália elevou a taxa básica de juro, passando-a para 3,25% ao ano, 25 pontos-base acima da mínima de 3% ao ano durante a crise. Complementando essa contração na política monetária, a instituição indicou que mais cortes podem surgir nos próximos meses.
Compromisso com o dólar
A Arábia Saudita e outros países petrolíferos negaram a realização de encontros secretos com China, Japão, Rússia e França para trocar o dólar como principal moeda de negociação no mercado de petróleo. A declaração veio em resposta a especulações listadas no periódico britânico The Independent.
Indicadores britânicos
A produção industrial do Reino Unido caiu fortemente em agosto, para o menor nível desde 1992. Já os preços das casas subiram 1,6% em setembro, segundo relatório do Lloyds Banking Group.
No Brasil
O IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) apontou inflação de 0,25% em setembro, após a variação positiva de 0,09% vista em agosto.
Ainda durante a manhã, saem os dados da Pesquisa Industrial Regional referente a agosto e da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de setembro.
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No âmbito corporativo, destaque para a precificação das ações da oferta do Santander.
Vale a 95%
Segundo cálculos do banco norte-americano Goldman Sachs, a Vale está utilizando 95% da capacidade instalada das minas brasileiras, processo que se consumou mais rápido do que o esperado pelos analistas.