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SÃO PAULO – Mediante palpites opostos sobre a recuperação, a manhã de terça-feira (7) dá mais crédito aos conservadores. As bolsas caem, afetadas por estimativas de resultados ruins com base no primeiro trimestre de 2009.
George Soros acha que a empolgação recente não caracteriza um início de bull market. “Está mais para um rali de bear market, já que a economia ainda não deu a volta por cima”, disse o megainvestidor, em entrevista à Bloomberg.
Às 15h00, a agenda norte-americana apresenta o Consumer Credit de fevereiro. O consenso de mercado aponta queda de US$ 1,5 bilhão para o indicador.
Via de regra
Segundo apuração revisada, o PIB (Produto Interno Bruto) na Zona do Euro caiu 1,6% no último trimestre de 2008, registrando sua pior performance desde 1996. Com isso, aumentam as pressões sobre a regra monetária do Banco Central Europeu.
Está começando
“O próximo bull market latino-americano está começando“, creem os analistas do Citigroup. “Esperamos que ele dure pelos próximos quatro ou cinco anos, acompanhando a retomada da economia global e o avanço dos fundamentos regionais”.
No Brasil
O IGP-DI surpreendeu em março, mostrando a maior deflação desde 1995. A taxa veio em -0,84% no mês, após variação negativa de 0,13% em fevereiro.
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Às 10h00, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o levantamento da produção agrícola de março. Às 11h00, atenção aos dados do Índice de Custo de Vida, organizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
A Localiza anuncia seu balanço do primeiro trimestre depois do pregão.
Corrente elétrica
Segundo a equipe do Credit Suisse, o consumo de energia elétrica no Brasil diminuirá em 2,2% neste ano, graças à desaceleração. Projeções do governo indicam alta de 1,2%.