Manguinhos classifica acusações de irregularidade como “injúria e difamação”

Segundo a nota, fatos à que se referem as supostas investigações são de responsabilidade da gestão anterior

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SÃO PAULO – Depois de ver seu nome envolvido em reportagens dando conta de irregularidade na comercialização de combustíveis, a Manguinhos divulgou comunicado (RPMG3) refutando as acusações.

A empresa afirmou que os fatos – relacionados ao regime especial de tributação – que desencadearam a suposta investigação pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, são anteriores à atual gestão, do Grupo Andrade Magro. Afirmou ainda que quando ocorreu a troca no comando da empresa, o regime especial de tributação foi revogado.

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Sobre a acusação da reportagem de que o advogado Ricardo Magro teria entrado em contato com um parlamentar, para que o mesmo auxiliasse na negociação com a Refinaria Riograndense, o comunicado da empresa não negou a informação, limitando-se apenas a afirma que o fato não configura nenhum delito.

Já sobre os contatos entre a administração da Manguinhos e pessoas da ANP (Agência Nacional de Petróleo), a empresa afirmou que na verdade Ricardo Magro manteve contato com Edson Menezes da Silva, representante do Grupo Peixoto de Castro, tratando-se desta forma de um homônimo do funcionário da agência reguladora. Entretanto, segundo reportagem do jornal O Globo, o referido funcionário teria confirmado o contato com Ricardo Magro.

Por fim, a Manguinhos declarou que já entrou com pedido junto ao Ministério Público do RJ para ter acesso ao suposto inquérito.