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O ministro da Fazenda, Pedro Malan, acaba de anunciar a meta de inflação para o ano de 2003 pelo IPCA. A meta será de 3,25%. Segundo o ministro, foi mantida a margem de erro de 2 pontos porcentuais para cima e para baixo. A manutenção da margem se deve a dois motivos: o primeiro é que, no Brasil, não há o conceito de núcleo inflacionário. Além disto, é preciso ter uma margem de trabalho para permitir a acomodação de choques de oferta.
Malan afirmou ainda que a meta de 2003 sinaliza o firme compromisso com a estabilidade da moeda. O ministro da Fazenda ainda enfatizou que o sistema de metas inflacionárias, ou inflation targeting, não é uma “panacéia”, e só funciona porque vários outros objetivos estão sendo cumpridos. Ele ainda citou as metas fiscais e a mudança de regime fiscal, referindo-se especificamente aos contratos de refinanciamento das dívidas dos Estados e dos municípios.