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Após apresentar resultados abaixo do esperado no primeiro semestre de 2026, principalmente no e-commerce, a S&P National Ratings espera que o Magazine Luiza (MGLU3) apresente recuperação gradual das vendas nos próximos meses, sustentada pela parceria com o Mercado Livre (MELI34) para vendas online e pela menor concorrência após o fechamento de lojas das Casas Bahia (BHIA3).
Nesse contexto, a S&P reafirmou os ratings de crédito de emissor e de emissão ‘brAA-’ do Magalu na Escala Nacional Brasil. O rating de recuperação ‘br3’ da 10ª e 13ª emissões de debêntures senior unsecured da empresa permanece inalterado, indicando a expectativa de recuperação significativa (60%) em um cenário hipotético de default.
A perspectiva estável considera a expectativa de recuperação das vendas e da geração de caixa nos próximos meses, acompanhada de uma redução gradual da alavancagem a partir de 2027. A agência, porém, destaca que o ambiente continua desafiador para o varejo discricionário brasileiro.
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A S&P revisou para baixo as projeções de 2026, com receita líquida em torno de R$ 39
bilhões e maior necessidade de capital de giro, o que postergou a desalavancagem
esperada. O banco projeta dívida líquida sobre EBITDA em torno de 4,0 vez ao final de 2026, versus 3,6 vezes anteriormente, mas recuando para entre 3,0 e 3,5 vezes em 2027 com a melhora das vendas e da geração de caixa.