Magalu (MGLU3) dispara quase 11%, MRV (MRVE3) sobe 8% e mais: as ações que saltaram após o Fomc

Ações cíclicas passaram a subir forte depois da decisão do BC americano, enquanto ficam na expectativa pelo Copom

Equipe InfoMoney

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As ações cíclicas, ligadas ao consumo doméstico e de tecnologia, registraram fortes ganhos no final da tarde desta quarta-feira (13), após a reunião do Federal Open Market Committee (Federal Reserve). 

Magazine Luiza (MGLU3, R$ 2,53, +10,96%), MRV (MRVE3, R$ 10,39, +8,23%), Assaí (ASAI3, R$ 12,94, +7,21%), Gol (GOLL4, R$ 8,87, +7,52%), Hapvida (HAPV3, R$ 4,51, +8,67%), Vamos (VAMO3, R$ 9,79, +7,11%), Yduqs (YDUQ3, R$ 22,38, +6,93%) e Azul (AZUL4, R$ 16,84, +6,38%) estiveram entre os maiores ganhos do Ibovespa na sessão.

Além de manter sua taxa básica na faixa de 5,25% a 5,50%, o Fed projetou cortes de juros de 75 pontos-base em 2024 — mais do que o previsto anteriormente — e inflação na meta de 2% em 2026. A postura foi considerada mais branda — ou dovish, no jargão do mercado — que em reuniões anteriores.

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Em reação, os rendimentos dos Treasuries ampliaram as perdas e, em paralelo, o dólar cedeu ante boa parte das demais divisas.

Os papéis cíclicos aproveitam a queda dos juros futuros, que estão alinhados com o movimento dos Treasuries. Os ativos se beneficiam com o movimento de baixa dos juros por lá também pelos possíveis impactos no Brasil, com um possível Comitê de Política Monetária (Copom) local mais “dovish”, podendo levar a um ciclo mais intenso de corte de juros, o que barateia as condições de crédito por aqui, além de reduzir a taxa de desconto dos ativos.

O Copom do Banco Central do Brasil se reúne nesta quarta com decisão de política monetária a partir das 18h30 (horário de Brasília). A projeção é de queda de 0,5 ponto percentual na Selic, para 11,75% ao ano.

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(com Reuters)