Lucro do Goldman Sachs aumenta para US$ 4,38 bi com impulso de M&A e trading

A receita de 'equity' do Goldman subiu para um recorde de US$ 4,31 bilhões,

Reuters

Logotipo do Goldman Sachs na Bolsa de Valores de Nova York
17/11/2021
REUTERS/Andrew Kelly/ Arquivo
Logotipo do Goldman Sachs na Bolsa de Valores de Nova York 17/11/2021 REUTERS/Andrew Kelly/ Arquivo

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15 Jan (Reuters) – O lucro do Goldman ‍Sachs aumentou no quarto trimestre, impulsionado pelo ⁠segmento de acordos de fusão e aquisição, receitas ‍de ‘trading’ mais fortes em um mercado turbulento e um ganho único com a saída de sua parceria ‌de cartão de crédito com a Apple.

A receita de ‘equity’ do Goldman subiu para um recorde de US$4,31 bilhões, acima dos US$3,45 bilhões de um ano atrás, enquanto a receita de ‘trading’ de renda fixa, moedas e commodities ‌subiu 12,5%, para US$3,11 bilhões.

O banco fechou um acordo ‌com o JPMorgan Chase para assumir sua parceria com o cartão Apple. O Goldman esperava um aumento de 46 centavos por ação em seus resultados devido à saída.

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Seu lucro líquido aumentou para ‌US$4,38 bilhões no quarto trimestre, ou US$14,01 por ação, em comparação com US$3,92 bilhões, ou US$11,95 por ​ação, um ano antes.

O grupo aumentou seu dividendo trimestral para US$4,50 por ação no primeiro trimestre, ressaltando suas expectativas de um ano forte.

Um ambiente regulatório mais amigável sob o comando do presidente Trump, taxas de juros mais baixas e excesso de caixa levaram as empresas a buscar mais acordos de fusões e aquisições.

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O banco prestou consultoria em algumas grandes fusões em ​2025, incluindo a ⁠aquisição alavancada da ⁠Electronic Arts por US$56,5 bilhões e a aquisição da empresa de segurança ‌em nuvem Wiz pela Alphabet por US$32 bilhões.

Esses negócios de grande porte ajudaram o banco a garantir o primeiro lugar mais uma vez em ‍fusões e aquisições globais em 2025, com o banco prestando consultoria em US$1,48 trilhão em ​volume total de ‌negócios e arrecadando US$4,6 bilhões em honorários.

Os principais negociadores esperam que ‍a recuperação das fusões – que chegaram perto de níveis recordes em 2025 – continue este ano, à medida que grandes investimentos em IA alimentam mais negócios de tecnologia.