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A AMR, controladora da American Airlines, divulgou resultados trimestrais melhores que o esperado nesta quarta-feira (17), na medida em que os custos com combustíveis diminuíram e alianças internacionais auxiliaram a receita.
A companhia que pediu proteção contra falência em novembro e está avaliando uma potencial fusão com o US Airways Group, citou progressos na redução de custos.
A receita cresceu cerca de 1% apesar do cancelamento de voos, com acordos de negócios com a British Airways e com a Iberia na região do Atlântico e com a Japan Airlines, no Pacífico, que levaram a American mais passageiros de classe executiva, que pagam mais.
A AMR registrou uma margem operacional trimestral de 4,1%. O analista Ray Neidl, do Maximum Group, espera 9% para a Delta Air Lines e 7,4% para a US Airways.
A companhia registrou maior prejuízo líquido no terceiro trimestre, chegando a US$ 238 milhões, ou US$ 0,71 por ação, ante US$ 162 milhões, ou US$ 0,48 por ação, na comparação anual.
Excluindo itens extraordinários, a AMR registrou um lucro de US$ 0,33 por ação, superando em US$ 0,05 a previsão de analistas, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S. A receita subiu 0,8% para US$ 6,43 bilhões.
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A receita subiu 0,8%, para US$ 6,43 bilhões. As despesas operacionais subiram 0,6%, mas os gastos com combustíveis caíram 3,3 por cento.