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SÃO PAULO – O Lloyds Banking Group confirmou que pode emitir direitos sobre aquisição de ações, como forma de levantar recursos para sair do programa e ajuda do governo. A oferta poderia render ao banco 15 bilhões de libras, o equivalente a US$ 24 bilhões.
Desde meados de setembro, a instituição inglesa já vem sinalizando que pretende deixar a proteção estatal e obter de volta parte das ações do banco em posse do governo inglês.
O Lloyds teme que seja forçado a vender parte de seus ativos ou marcas como meio de se adequar às novas regras bancárias a serem impostas pela União Europeia.
Saída
No programa de proteção aos bancos, o governo asseguraria 260 bilhões de libras em ativos de risco do banco em troca de uma taxa de 15,6 bilhões de libras. Para pagar o encargo, o Llodys daria ao Tesouro ações extras, aumentando sua fatia de 43% para 62%.
Assim, a redução da parcela em posse do governo está condicionada ao levantamento de mais capital. “Temos um número de opções disponíveis e continuaremos analisando-as”, afirmou o porta-voz do banco Shane O’Riordain.
Ele afirma que nada mudou desde o último anúncio público há duas semanas, mas confirma que o programa de emissão de direitos de ação está entre as possibilidades.
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Capital
Segundo analistas, o Llodys, que hoje é o maior financiador de hipotecas do Reino Unido, terá que vender parte de seus ativos ou sua unidade de gestão de fundos para levantar o dinheiro.
O porta-voz do Tesouro disse que as discussões com os representantes do banco inglês sobre o programa de proteção ao risco ainda estão em andamento. Para ele, as prioridades são o dinheiro dos contribuintes e a estabilidade financeira.