Livros, CDs, DVDs e revistas mantêm liderança no ranking de consumo pela Internet

Segundo pesquisa, intenção de compra desses produtos para o segundo trimestre foi manifestada por 57,8% dos entrevistados

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SÃO PAULO – De acordo com pesquisa sobre a intenção de consumo pela internet, realizada pela e-bit, em parceria com o Provar (Programa de Administração de Varejo), 57,8% dos internautas paulistas pretendem comprar livros, revistas, CDs ou DVDs pela internet neste trimestre (abril, maio e junho).

A opção, que é a primeira do ranking de intenção de compras online, melhorou seu resultado em relação à pesquisa anterior (56,7%). Logo em seguida vêm os eletroeletrônicos, com 35,3% de intenção de compras, 1,4 ponto percentual abaixo do desempenho verificado no trimestre passado (36,7%).

Informática e telefonia celular

A manifestação de interesse por artigos de informática teve um pequeno aumento neste trimestre, passando de 26,8% na pesquisa anterior para os atuais 28%. Já o segmento de telefonia celular vem apresentando uma queda em suas expectativas, atualmente de 17%. Nas duas edições anteriores, os percentuais haviam sido de 20,5% e 19,1%.

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Os produtos para casa, por sua vez, foram mencionados por 17,6% dos internautas entrevistados, contra 15,7% do trimestre anterior. Como já vem ocorrendo desde a edição anterior, o número de participantes que não pretende adquirir nenhum dos produtos citados aumentou, de 12,9% para 15,8%.

Lojas mais lembradas e local de compra

O levantamento também indagou aos entrevistados as lojas mais lembradas pelos internautas ao realizarem suas compras. Neste quesito, o Submarino e as Americanas.com foram os mais citados. Porém, apesar de mencionarem estas lojas com mais freqüência, mais de 70% dos entrevistados afirmaram que pesquisam várias opções antes de comprar.

Já no segmento de viagem, os destaques ficam com a CVC (27,5%) e com a Gol (27,1%). No ramo de Cosméticos, a Sack´s teve 18,6% da preferência e a Farmácia em Casa, 14,1%.

Questionados sobre o local onde eram realizadas as compras online, 87,9% dos entrevistados responderam que o faziam em casa; 69,2% no trabalho; 33,1% na escola/faculdade ou na casa de conhecidos e 8,4% em Lan houses ou cyber cafés.