Kora Saúde (KRSA3) reverte lucro e tem prejuízo ajustado de R$ 9 mi no segundo trimestre

Companhia divulgou seus resultados trimestrais nesta noite de segunda-feira (7)

Felipe Moreira

Hospitais e planos de saúde tem enfrentado desafios do pós pandemia. Foto: Pixabay

Publicidade

A Kora Saúde (KRSA3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 9 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), revertendo lucro líquido de R$ 29,6 milhões no mesmo intervalo de 2022, informou a companhia nesta segunda-feira (7).

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 130,3 milhões no 2T23, um crescimento de 11% em relação ao 2T22.

A margem Ebitda ajustada atingiu 23,1% entre abril e junho deste ano, alta de 0,3 ponto percentual (p.p.) frente a margem registrada em 2T22.

Treinamento Gratuito

Manual dos Dividendos

Descubra o passo a passo para viver de dividendos e ter uma renda mensal previsível, começando já nas próximas semanas

E-mail inválido!

Ao informar os dados, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Saiba mais:

Confira o calendário de resultados do 2º trimestre de 2023 da Bolsa brasileira

O que esperar da temporada de resultados do 2º trimestre? Confira ações e setores para ficar de olho

Continua depois da publicidade

A receita líquida somou R$ 565 milhões no segundo trimestre deste ano, crescimento de 9% na comparação com igual etapa de 2022.

“O crescimento da receita líquida no 2T23 foi positivamente impactado por: (i) crescimento orgânico na base de hospitais já existentes; (ii) aumento de 4,3 p.p. na taxa de ocupação (81,1% no 2T23 versus 76,8% no 2T22); (iii) fortalecimento dos prontos-socorros; (iv) ampliação de especialidades médicas; (v) novos procedimentos de alta complexidade; e (vi) aumento da receita de serviços de apoio diagnóstico e terapêutico (SADT), notadamente análises clínicas, radiologia e oncologia”, explica a Kora, em relatório.

A taxa de ocupação de leitos totalizou 81,1% no 2T23, crescimento de 4,3 p.p. em relação ao 2T22.

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 52,1 milhões, impactadas pelo efeito não caixa de R$ 8,5 milhões, referente ao plano de remuneração baseado em ações. Em bases recorrentes, as despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 43,5 milhões, apresentando um aumento de 2% em relação ao 2T22 e queda de 24% em relação ao 1T23.

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 109,1 milhões no segundo trimestre de 2023, uma elevação de 42% sobre as perdas financeiras da mesma etapa de 2022.

Em 30 de junho de 2023, a dívida líquida da companhia era de R$ 1,823 bilhão, um crescimento de 20,9% na comparação com a mesma etapa de 2022.