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(Bloomberg) — JPMorgan eleva Brasil para overweight, diante de alavancagem operacional menor, apreciação do real e diminuição de riscos políticos, informa relatório divulgado nesta sexta-feira.
- “Temer não tem desapontado em sua disposição e habilidade para entregar uma agenda amigável ao mercado”
- Base de resultados está muito deprimida, por preços baixos de commodities, real mais fraco, alto risco soberano, alta inflação e taxa de juros; abre espaço para revisão
- Estimativas para resultados futuros são positivas
- CDS mais baixo e afrouxamento de ciclo monetário são outros drivers importantes que estão pela frente, refletindo melhor execução fiscal e busca global por yields
- Preços mais altos de commodities, em comparação com o último ano, refletem fim de bull market para dólar e dados macroeconômicos indicam estabilização do crescimento econômico chinês
- “Avanço gradual do governo Temer deve encorajar investidores”
- Em relação aos riscos, JPMorgan cita progresso lento de agenda macroeconômica, condições estáveis de governabilidade e problemas fiscais
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