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SÃO PAULO – O Japão é conhecido por seus grandes investimentos – e resultados – em tecnologia. Mais que isso, o país está entre os que mais preocupados com o meio ambiente.
Os altos e crescentes preços do petróleo e os danos causados pela emissão de gases tóxicos na atmosfera deverão resultar em sérios impactos econômicos, e por isso, o assunto deverá ser pauta na reunião do G-8, grupo dos países mais desenvolvidos do mundo, em julho.
O primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, deverá, então, compartilhar com as outras nações as eficientes
técnicas de preservação do meio ambiente ligadas a energia usadas no Japão.
Lei de Conservação de Energia
Uma peça chave para o sucesso do país nesse sentido é a Lei de Conservação de Energia, que obriga os fabricantes de uma lista de 21 produtos, como automóveis e geladeiras, a utilizarem a mais avançada tecnologia do mercado em não-agressão da natureza.
As empresas que desrespeitam a lei recebem intimações de melhora dos produtos e podem ser multadas em até ¥ 1 milhão, o que vale tanto para fabricantes quanto para importadoras.
Outras tecnologias
Além dessa proposta, Koizumi também deverá falar sobre a CCT (clean coal technology), que permite menor emissão de gases poluentes como o dióxido de carbono e óxidos de nitrogênio durante a combustão de carvão ao dissolver esses gases em água e nitrogênio.
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O grupo se reunirá em São Petersburgo, na Rússia, entre os dias 15 e 17 de julho, e deverão também deliberar sobre temas como educação e formas de combate a doenças infecciosas.